As mulheres que trabalham no setor financeiro do Reino Unido continuam a enfrentar uma diferença salarial significativa em relação aos homens, recebendo, em média, setenta e oito centavos para cada libra ganha por eles em 2024. A disparidade é ainda mais acentuada no HSBC, onde a diferença salarial chega a quase quarenta e um por cento. Embora a diferença tenha diminuído em um ponto percentual desde o ano anterior, ela permanece quase duas vezes maior do que a média da força de trabalho do país.
A representação feminina em cargos de liderança aumentou para trinta e seis por cento, um avanço em relação a uma década atrás, mas o progresso tem sido lento, com apenas um ponto percentual a mais em relação ao ano anterior. Apesar dos esforços para promover mulheres em todos os níveis, a transição para posições de alto escalão continua desafiadora, especialmente em bancos de investimento, onde a desigualdade salarial é mais pronunciada.
Além disso, a disparidade salarial entre trabalhadores negros aumentou em instituições como HSBC e Barclays, evidenciando que a luta contra a desigualdade abrange mais do que apenas o gênero. O Barclays, por sua vez, registrou uma redução de quase quatro pontos percentuais na diferença salarial entre gêneros, enquanto o HSBC e o Standard Chartered foram os únicos bancos entre os cinco principais do Reino Unido a ver um aumento na desigualdade salarial no último ano.
O governo britânico exige que empresas com mais de duzentos e cinquenta funcionários relatem suas diferenças salariais anualmente. Em 2024, cerca de vinte empresas do setor financeiro não conseguiram atingir suas metas de representação feminina, citando congelamento de contratações e reestruturações como fatores. Especialistas alertam que incertezas políticas e econômicas podem dificultar ainda mais o progresso nos próximos anos.
As mulheres no setor financeiro do Reino Unido continuam a enfrentar uma significativa diferença salarial em relação aos homens, ganhando, em média, 78 centavos para cada libra recebida por eles em 2024. A disparidade salarial, que é de quase 41% no HSBC, reflete um problema persistente, mesmo com iniciativas de diversidade, equidade e inclusão em vigor. Embora a diferença tenha diminuído em 1,2 ponto percentual desde o ano anterior, ela permanece quase duas vezes maior do que a média da força de trabalho do país.
A representação feminina em cargos de liderança no setor financeiro aumentou para 36%, um avanço em relação a uma década atrás, mas o progresso tem sido lento, com apenas um ponto percentual a mais em relação ao ano anterior. A análise da carta Women in Finance, apoiada pelo governo do Reino Unido, destaca que, apesar de esforços para promover mulheres em todos os níveis, a transição para posições de alto escalão continua desafiadora. A situação é ainda mais crítica em bancos de investimento, onde a desigualdade salarial é acentuada.
Além disso, a disparidade salarial entre trabalhadores negros aumentou em instituições como HSBC e Barclays, evidenciando que a luta contra a desigualdade não se limita ao gênero. O HSBC e o Standard Chartered foram os únicos bancos entre os cinco principais do Reino Unido a ver um aumento na desigualdade salarial no último ano. O Barclays, por outro lado, registrou uma redução de quase 4 pontos percentuais na diferença salarial entre gêneros.
O governo britânico exige que empresas com mais de 250 funcionários relatem suas diferenças salariais anualmente. Apesar das metas de representação feminina, cerca de 20 empresas do setor financeiro não conseguiram atingi-las em 2024, citando congelamento de contratações e reestruturações como fatores. A consultora sênior de diversidade e inclusão, Jenny Barrow, alerta que incertezas políticas e econômicas podem dificultar ainda mais o progresso em 2025.
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