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Cramer recomenda ações de setores resilientes após queda acentuada do mercado

- Jim Cramer recomenda ações de setores resilientes em meio à volatilidade do mercado. - O Dow Jones caiu quase 4% após novas tarifas do governo Trump. - Cramer destaca empresas como Cardinal Health e Duke Energy como opções seguras. - Setores de saúde, utilidades e telecomunicações devem se beneficiar da desaceleração. - Defesa, como Boeing e Lockheed Martin, pode ter ganhos com pedidos internacionais.

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O mercado financeiro passou por uma queda significativa na quinta-feira, com o índice Dow Jones recuando quase quatro por cento, o S&P 500 perdendo 4,8 por cento e o Nasdaq caindo quase seis por cento. Essa turbulência foi provocada pela introdução de novas tarifas pelo governo do presidente Donald Trump, que afetaram especialmente os setores de tecnologia e consumo. Em resposta a esse cenário, o analista Jim Cramer, da CNBC, recomendou que os investidores busquem setores mais resilientes.

Cramer enfatizou a importância de investir em empresas que possuem poder de precificação e que não enfrentam riscos de crédito, características que são essenciais em um ambiente econômico mais lento. Ele sugeriu ações de empresas do setor de saúde, como Cardinal Health, Bristol-Myers Squibb e UnitedHealth, que oferecem crescimento estável. Além disso, Cramer destacou que setores como utilidades, telecomunicações e bens de consumo também devem se sair bem durante a desaceleração econômica.

Entre as empresas recomendadas estão Duke Energy, TJX, AT&T e Procter & Gamble. Cramer também mencionou que empresas de tecnologia financeira, como Intercontinental Exchange, e do setor imobiliário, como Ventas, são atraentes devido ao baixo risco de crédito. Embora reconheça a dificuldade de deixar de lado setores que tiveram bom desempenho, como tecnologia, ele aconselha os investidores a se basearem em estratégias que funcionaram após a bolha da internet em 2000.

Por fim, Cramer observou que contratantes de defesa, como Boeing e Lockheed Martin, podem se beneficiar das novas tarifas, caso países busquem fazer grandes pedidos para agradar o governo Trump. Ele reiterou que, apesar da atratividade do setor tecnológico, os investidores devem focar em setores que demonstraram resiliência em tempos de crise.

O mercado financeiro enfrentou uma forte queda na quinta-feira, com o índice Dow Jones recuando quase quatro por cento, o S&P 500 perdendo 4,8 por cento e o Nasdaq caindo quase seis por cento. Essa turbulência foi impulsionada pela implementação de novas tarifas pelo governo do presidente Donald Trump, que impactou setores como tecnologia e consumo. Em meio a esse cenário, o analista Jim Cramer, da CNBC, orientou os investidores a buscarem setores mais resilientes.

Cramer destacou a importância de investir em empresas com poder de precificação e que não enfrentam riscos de crédito, sugerindo que essas características são essenciais em um ambiente econômico mais lento. Ele recomendou ações de empresas nos setores de saúde, como Cardinal Health, Bristol-Myers Squibb e UnitedHealth, que oferecem crescimento estável. Além disso, Cramer mencionou que utilidades, telecomunicações e bens de consumo também devem se sair bem durante a desaceleração econômica.

Entre as empresas recomendadas por Cramer estão Duke Energy, TJX, AT&T e Procter & Gamble. Ele também apontou que empresas de tecnologia financeira, como Intercontinental Exchange, e do setor imobiliário, como Ventas, são atraentes devido ao baixo risco de crédito. Cramer observou que, embora seja difícil deixar de lado setores que tiveram um desempenho forte, como tecnologia, a estratégia de investimento deve se alinhar com o que funcionou após a bolha da internet em 2000.

Por fim, Cramer mencionou que contratantes de defesa, como Boeing e Lockheed Martin, podem se beneficiar das novas tarifas, caso países busquem fazer grandes pedidos para agradar o governo Trump. Ele enfatizou que, apesar da atratividade do setor tecnológico, os investidores devem se lembrar das lições do passado e focar em setores que demonstraram resiliência em tempos de crise.

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