A Agroceres PIC, líder em genética suína no Brasil, realizou sua primeira exportação de animais de reprodução para a Colômbia, um mercado aberto em 2024. O lote, composto por 25 suínos, incluindo avôs e reprodutores, foi enviado da Granja Elite Gênesis, em Paranavaí (PR), e embarcado no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), com […]
A Agroceres PIC, líder em genética suína no Brasil, realizou sua primeira exportação de animais de reprodução para a Colômbia, um mercado aberto em 2024. O lote, composto por 25 suínos, incluindo avôs e reprodutores, foi enviado da Granja Elite Gênesis, em Paranavaí (PR), e embarcado no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), com destino a Puerto López, a 200 quilômetros de Bogotá. O embarque ocorreu no dia 19 de janeiro e marca um passo significativo na estratégia de internacionalização da empresa.
Nevton Hector Brun, gerente de Produção da Agroceres PIC, destacou que essa operação representa uma conquista importante e um novo capítulo na história da empresa. Ele afirmou que a Colômbia é um mercado estratégico para a expansão na América do Sul e que a exportação reflete o compromisso da Agroceres em oferecer soluções genéticas de alta performance. O mercado colombiano foi aberto após anos de negociações entre as autoridades sanitárias dos dois países.
Embora os valores da venda não tenham sido divulgados, a Agroceres PIC considera as quantias ainda “irrisórias” devido ao pequeno número de animais. A empresa, que atualmente obtém 85% de seu faturamento do mercado interno, espera que a participação das exportações aumente para 25% nos próximos cinco anos. Os suínos enviados são descendentes de animais de elite importados dos Estados Unidos, que já passaram por melhoramento genético na Granja Gênesis.
O transporte aéreo é uma prática comum no setor, dada a alta valorização dos suínos. O processo de embarque exigiu planejamento cuidadoso e ajustes nos procedimentos de importação e exportação, com o objetivo de garantir a saúde e o bem-estar dos animais. O Ministério da Agricultura informou que o tempo de desembaraço das cargas foi reduzido de 24 horas para 8 horas, facilitando a operação. A chefe da Vigilância Agropecuária Internacional, Rita Lourenço, ressaltou a importância de condições adequadas para os suínos, que são sensíveis a variações climáticas.
Entre na conversa da comunidade