Os impostos sobre materiais escolares podem chegar a 52% do preço final, conforme levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que utilizou dados do Impostômetro. Essa elevada carga tributária não apenas encarece os produtos, mas também impacta toda a cadeia educacional, conforme aponta Ulisses Ruiz de Gamboa, do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV/ACSP). […]
Os impostos sobre materiais escolares podem chegar a 52% do preço final, conforme levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que utilizou dados do Impostômetro. Essa elevada carga tributária não apenas encarece os produtos, mas também impacta toda a cadeia educacional, conforme aponta Ulisses Ruiz de Gamboa, do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV/ACSP).
Entre os materiais, a caneta é o mais onerado, com uma carga tributária média de 51,7%. Em contraste, o livro escolar apresenta a menor carga, em torno de 15,5%. Esses dados revelam a disparidade nas taxações aplicadas aos diferentes itens.
O levantamento também indica que, no último ano, houve uma leve redução nas taxações, atribuída a algumas desonerações implementadas. Essa diminuição pode oferecer um alívio para os consumidores e instituições educacionais, que enfrentam os altos custos dos materiais.
A análise da ACSP destaca a necessidade de uma revisão nas políticas tributárias, visando tornar os produtos educacionais mais acessíveis e, consequentemente, melhorar a qualidade da educação no país.
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