- Pesquisadores do MIT realizaram um experimento com 7.860 sementes de arroz em recipientes com 3 cm de água para simular cultivo em solo encharcado.
- Parte das sementes foi exposta ao gotejamento artificial, simulando chuva, por meio de uma plataforma acima dos recipientes; as sementes não tiveram contato direto com a água.
- Mesmo sem contato direto, as sementes germinaram 37% mais rápido do que as que não ouviram o som da chuva.
- Os pesquisadores levantam a possibilidade de que sementes de outras espécies também reajam ao som da chuva.
Quando gotas de chuva começam a cair, sementes enterradas no solo demonstram reação. Em resposta às vibrações, elas passam do estado dormente para a germinação, preparando-se para a água que se seguirá.
Pesquisadores do MIT conduziram uma experiência com 7.860 sementes de arroz, dispostas em recipientes com 3 cm de água, simulando cultivo em solo encharcado. O objetivo foi observar respostas ao som da chuva.
Parte das sementes foi exposta a um gotejamento artificial que simulava a chuva, emitindo vibrações por uma plataforma acima dos recipientes. Sem contato direto com a água, as sementes germinaram 37% mais rápido do que as demais.
Segundo os autores, é provável que outras espécies também reajam ao som da chuva, abrindo linhas de pesquisa sobre a percepção sensorial de plantas. A conclusão aponta para efeitos beneficiários da germinação em profundidades ideais.
Metodologia
A experiência utilizou o procedimento descrito nos pesquisadores para medir diferenças de germinação em função do estímulo sonoro das gotas de chuva, com foco na etapa inicial do plantio. A fonte citada é “Seeds accelerate germination at beneficial planting depths by sensing the sound of rain”.
Fonte 1. Seeds accelerate germination at beneficial planting depths by sensing the sound of rain.
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