- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta segunda-feira, 18, da inauguração de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, em Campinas (SP).
- As novas linhas visam ampliar a capacidade de pesquisa brasileira em saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais, com pronunciamento previsto às 11h10 acompanhado da ministra Luciana Santos.
- O Sirius é considerado a maior e mais complexa infraestrutura científica do Brasil e integra o grupo de fontes de luz síncrotron de quarta geração; cerca de 85% a 90% de seus componentes foram produzidos ou desenvolvidos no país.
- Além da inauguração, ocorre a Pedra Fundamental do Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde, criada para desenvolver tecnologias estratégicas para o Sistema Único de Saúde, com participação do ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta segunda-feira, 18 de maio, da inauguração de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, no CNPEM, em Campinas (SP). O objetivo é ampliar a capacidade de pesquisa brasileira em áreas como saúde, energia e clima. Lula deve proferir um pronunciamento às 11h10, acompanhado pela ministra Luciana Santos.
O Sirius é considerado a maior infraestrutura científica já construída no Brasil e integra o seleto grupo de fontes de luz síncrotron de quarta geração. O equipamento funciona como um supermicroscópio capaz de analisar estruturas em escala atômica, apoiando pesquisas avançadas. Entre 85% e 90% de seus componentes foram produzidos ou desenvolvidos no país.
A agenda na cidade paulista também prevê a Pedra Fundamental do Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde, coordenado pelos ministérios da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A iniciativa busca ampliar o desenvolvimento de tecnologias para o SUS, como biomoléculas e biossensores.
Participam do ato o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, e autoridades de ciência e tecnologia. A cerimônia ressalta o papel do Sirius na melhoria de diagnósticos, tratamentos e pesquisas biomédicas com uso de luz de quarta geração. O projeto reforça a atuação brasileira em ciência e inovação.
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