- O presidente Lula e o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, inauguram em Campinas o Complexo Arandus, primeiro centro-âncora do Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde.
- O conjunto inclui quatro novas linhas de luz no acelerador Sirius, com nomes Sapucaia, Quati, Sapê e Tatu, voltadas ao desenvolvimento de insumos farmacêuticos ativos e tecnologias para a saúde.
- A iniciativa cria infraestrutura tecnológica, apoio ao escalonamento produtivo, validação regulatória e ligação com o setor produtivo para acelerar medicamentos, equipamentos e tecnologias para a população brasileira, fortalecendo a autonomia do SUS.
- O investimento supera R$ 600 milhões e busca reduzir dependência externa, conectando ciência, indústria e saúde para produzir soluções nacionais.
- O CNPEM também avança projetos como Orion, além de fabricação de ressonância magnética de extremidades e um acelerador de prótons para produção de radiofármacos no país.
O governo lança o primeiro centro-âncora de inovação em saúde do Brasil, em Campinas (SP). O ato marca a criação do Complexo Arandus, no CNPEM, para impulsionar produção nacional de insumos, equipamentos e tecnologias. A iniciativa envolve o Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, inauguraram o complexo. Além disso, foram anunciadas quatro novas linhas de luz do acelerador Sirius, voltadas a IFAs e tecnologias estratégicas para a saúde. O conjunto forma o maior polo de pesquisa clínica da região.
O Arandus atua como plataforma para escalonamento produtivo, validação regulatória e conexão com o setor produtivo. O objetivo é acelerar medicamentos, diagnósticos, terapias e tecnologias para o SUS, fortalecendo a soberania sanitária nacional.
O Sirius ganhará as linhas Sapucaia, Quati, Sapê e Tatu. Elas expandem a capacidade científica do CNPEM em áreas como desenvolvimento de medicamentos, materiais avançados, petroquímica, telecomunicações e saúde.
O projeto envolve investimento superior a R$ 600 milhões, segundo o governo. A participação do CNPEM inclui ainda o Projeto Orion, uma estrutura de máxima contenção biológica para pesquisas com patógenos emergentes e desenvolvimento de vacinas.
O Centro também envolve a produção de um equipamento nacional de ressonância magnética para extremidades, com investimento acima de R$ 8,2 milhões, e a implantação de um acelerador de prótons para radiofármacos, com R$ 27,7 milhões.
O Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde visa transformar a capacidade científica do país em soberania tecnológica e produção, conectando ciência a necessidades reais de saúde. O foco é ampliar a autonomia do Brasil na área da saúde.
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