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Três décadas da urna eletrônica: evolução nas eleições brasileiras

Três décadas de evolução tecnológica, maior segurança e transparência com biometria e auditorias; futuro envolve voto impresso ainda em análise

urna eletrônica
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  • A urna eletrônica foi criada em 1996 e a primeira eleição com urnas ocorreu em 1998, em Brasília, desenvolvida pelo TSE em parceria com o ITI e a UFRJ.
  • O sistema passou por várias atualizações, incluindo o voto biométrico implantado a partir de 2008 e o voto impresso, aprovado pelo Congresso em 2021 e posteriormente descartado pelo TSE.
  • É considerado um dos sistemas mais seguros do mundo, com criptografia dos votos, assinatura digital e auditoria pública, além de possibilitar verificação por meio de votação paralela.
  • A urna inclui recursos de acessibilidade, como leitura de tela e teclas em braile, visando tornar as eleições mais inclusivas.
  • No funcionamento, o eleitor usa terminal com tela sensível ao toque, teclado numérico e leitura de impressões digitais; o voto é criptografado, impresso e depositado para auditoria, com transmissão segura dos resultados ao TSE.
  • O TSE segue investindo na modernização, com novas tecnologias e avaliação do voto impresso, mantendo o foco em eleições mais seguras, transparentes e acessíveis.

A urna eletrônica, criada em 1996, passou por várias atualizações tecnológicas e melhorias de segurança. O desenvolvimento foi realizado pelo TSE em parceria com o ITI e a UFRJ. A primeira eleição com urnas ocorreu em 1998, em Brasília.

Ao longo das décadas, o sistema se tornou mais seguro, ágil e transparente. O voto biométrico foi implementado a partir de 2008 e o voto impresso chegou a ser aprovado pelo Congresso em 2021, mas foi descartado pelo TSE posteriormente.

A urna brasileira é reconhecida por mecanismos de segurança como criptografia, assinatura digital e auditoria pública. O sistema é auditável por meio de impressão de comprovante, votação paralela e verificação por fiscais.

Como funciona a urna eletrônica

O terminal possui tela sensível ao toque, teclado numérico e leitor de impressões digitais. O eleitor confirma a identidade com documento com foto e biometria, digita o número do candidato e valida a votação.

O voto é registrado de forma criptografada e o comprovante impresso é depositado na urna paralela para auditoria. Os resultados são transmitidos com segurança ao TSE para totalização e divulgação.

Segurança e transparência

O TSE realiza várias auditorias e testes de segurança periodicamente, incluindo avaliações públicas por especialistas. O código aberto do software facilita a fiscalização pela sociedade civil.

O sistema permite auditoria por meio de uma votação paralela que reproduz o processo oficial, assegurando confiabilidade e transparência ao longo dos pleitos.

Olhando para o futuro

O TSE investe na modernização, com novas tecnologias e aprimoramentos de segurança. A biometria continua como pilar de segurança, e a ideia de voto impresso permanece sob avaliação para o futuro.

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