- Garmin anunciou a integração de seus relógios com o aplicativo Natural Cycles, para monitorar ciclo menstrual e fertilidade; a função já está ativa no Brasil e em Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e União Europeia.
- O Natural Cycles, desenvolvido em Estocolmo, é o único aplicativo de contracepção digital com autorização da FDA; o software cruza temperatura corporal e outros sinais para estimar a janela fértil e pode ser usado para evitar ou planejar gravidez.
- A parceria indica a aposta da Garmin em wearables, com o mercado do segmento previsto para superar 30 bilhões de dólares até 2030.
- Não é novidade no mercado: a Apple já integrou o Natural Cycles há alguns anos; a Oura, em 2023, passou a usar monitoramento térmico como diferencial.
- Modelos compatíveis: Fenix 8, Enduro 3, Tactix 8, Forerunner 570 e 970, além de Venu 3, 3S, 4 e X1; requer sensor de variação térmica da pele durante o sono; dispositivos anteriores ficam de fora.
A Garmin confirmou a integração de seus relógios com o aplicativo suíço Natural Cycles, dedicado ao monitoramento do ciclo menstrual. A função já está disponível no Brasil e em mercados como EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália e União Europeia.
O Natural Cycles foi desenvolvido em Estocolmo e é o único app de contracepção digital com aprovação da FDA. Fundado em 2013 por Elina Berglund, o app cruza temperatura corporal e sinais fisiológicos para estimar a janela fértil.
O recurso atende mulheres que já usam o relógio para métricas de recuperação, sono e VO2 máximo, oferecendo método contraceptivo sem hormônios ou acompanhamento técnico do ciclo.
Modelos compatíveis
A integração vale para as séries Fenix 8, Enduro 3, Tactix 8, Forerunner 570 e 970, além dos Venu 3, 3S, 4 e X1. O requisito é sensor capaz de medir variação térmica da pele durante o sono.
Donos de modelos anteriores, como a linha Vívoactive, não terão o recurso. A parceria amplia a oferta de wearables voltados a saúde feminina em mercados já atendidos pela Garmin.
A novidade reforça a tendência de crescimento do segmento de wearables, que, segundo o Business of Fashion, pode superar US$ 30 bilhões até 2030. Fontes indicam que outras marcas já investem em monitoramento de ciclo.
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