- O SUS incluirá o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada que não podem fazer quimioterapia intensiva.
- A medida foi publicada na Portaria nº 30/2026 e prevê disponibilidade na rede pública em 180 dias.
- A decisão seguiu indicação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.
- O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec.
- A leucemia mieloide aguda é um câncer sanguíneo que, quando não tratado precocemente, aumenta o risco de fatalidade; diagnosticar cedo e encaminhar para tratamento é essencial.
O Ministério da Saúde vai incorporar no SUS o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. A medida atende pacientes que não são elegíveis à quimioterapia intensiva, oferecendo uma alternativa terapêutica. A implantação ocorrerá na rede pública em até 180 dias, conforme Portaria nº 30/2026.
A decisão foi tomada após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde. O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec.
Leucemia é um câncer sanguíneo originado na medula óssea, onde células podem se tornar malignas. No Brasil, a forma aguda é a mais fatal quando não tratada precocemente, exigindo diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para bons resultados.
Segundo especialistas, a nova terapia oferece alternativa para pacientes idosos ou com condições clínicas que inviabilizem a quimioterapia intensiva. A medida reforça o leque de opções terapêuticas no sistema público e busca ampliar o acesso a tratamentos modernos.
A leucemia mieloide aguda é a forma mais comum de leucemia aguda em adultos. A aprovação do tratamento no SUS representa um ganho de disponibilidade de opções terapêuticas para a população, com adoção prevista na rede pública dentro de seis meses.
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