- O USDA elevou a safra de milho do Brasil para 2025/26, estimada em 138 milhões de toneladas, +3 milhões em relação ao mês anterior.
- O consumo interno previsto para 2025/26 subiu para 96 milhões de toneladas, +2,5 milhões frente ao dado de maio.
- As exportações ficaram mantidas em 43 milhões de toneladas, com a Argentina recebendo o mesmo patamar.
- A projeção para a safra de milho de 2026/27 é de 139 milhões de toneladas, com exportações de 44 milhões de toneladas.
- A estimativa do USDA ficou próxima da Conab, que projetou 140,46 milhões de toneladas para a safra brasileira.
O USDA elevou a previsão da safra de milho do Brasil para 2025/26, estimada em 138 milhões de toneladas, 3 milhões acima do mês anterior. A colheita da segunda safra ganha fôlego, concentrando a maior parte da produção.
A projeção de consumo interno subiu para 96 milhões de toneladas, ante 93,5 milhões em maio. O aumento acompanha a elevação na demanda por etanol, que utiliza o cereal como matéria-prima.
A estimativa de exportações permanece em 43 milhões de toneladas, posição estável frente a outros players, como a Argentina, que teve grande safra em 2025/26. Na temporada anterior, as exportações brasileiras foram de 42 milhões, segundo o USDA.
Para 2026/27, o USDA mantém a safra de milho em 139 milhões de toneladas, sem alteração em relação ao mês passado. As exportações ficam previstas em 44 milhões, com a Argentina projetada em 38 milhões.
Soja
O USDA manteve a safra de soja do Brasil 2025/26, já colhida, em 180 milhões de toneladas. A previsão para a soja a ser plantada em 2026/27 ficou em 186 milhões de toneladas, estável frente ao mês anterior.
A projeção de exportação de soja para 2026/27 é de 117,5 milhões de toneladas, inalterada em relação ao mês passado, o que representaria um aumento ante os 115 milhões de 2025/26.
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