- Os Estados Unidos afirmam que o alto ao fogo continua em vigor, apesar dos ataques iranianos dos últimos dois dias, mantendo pressão sem ampliar hostilidades.
- Mais de 1.550 barcos mercantes e 22.000 mariners de países aliados ou neutros estão presos no Golfo Pérsico devido à guerra, com o objetivo do Projeto Liberdade de garantir o livre tráfego.
- Ambos os lados dizem controlar o estreito de Ormuz; Washington afirma que o bloqueio funciona, enquanto Teerã mantém a capacidade de limitar o acesso pela região.
- Teerã expandiu o cerco ao incluir Emirados Árabes Unidos, alegando bloqueio naval por cooperação entre Abu Dhabi, Israel e Estados Unidos contra Irã; afirma que o porto de Fuyaira fica sob soberania iraniana no estreito.
- O Pentágono detalha o Projeto Liberdade como operação temporária, com destróieres equipados com mísseis, cerca de cem aeronaves de caça e quinze mil soldados, visando facilitar a passagem de navios mercantes pela região.
Estados Unidos e Irã se atribuem controle sobre o estreito de Ormuz, em meio a ataques recentes. Washington afirma que o alto el fogo vigente desde 8 de abril está mantido, apesar dos lançamentos de mísseis iranianos. Teerã, por sua vez, afirma controlar o corredor estratégico.
Em Washington, o governo ressalta que não deseja ampliar hostilidades e procura manter pressão sobre o adversário. O presidente Donald Trump afirmou que Irã sabe o que fazer para cumprir o acordo, enquanto os EUA insistem em condições de paz, incluindo o abandono do programa nuclear.
Na região, Emirados Árabes Unidos relataram interceptação de mísseis e drones oriundos do Irã em dias recentes, reforçando a percepção de tensão constante no Golfo. O Irã ampliou o bloqueio naval próximo ao estreito, segundo a mídia local, para dificultar a passagem de navios com petróleo de Emirados e aliados.
1.550 barcos mercantes e cerca de 22.000 marinheiros de países aliados ou neutros estariam presos no Golfo, segundo informações de segurança internacional. O objetivo militar e estratégico é manter o fluxo livre pelo estreito, essencial para o comércio global.
O confronto é descrito como uma batalha psicológica entre as partes, cada uma buscando demonstrar domínio sobre o estreito sem desencadear nova escalada de ataques. As autoridades americanas afirmam ter removido dois navios do bloqueio, enquanto Teerã sustenta sua capacidade de restringir o canal.
O governo iraniano informou que ampliou a área sob controle para incluir o porto de Fuyaira, conectando o oleoduto Habshan-Fuyaira. Alega ter autorizado apenas navios com autorização iraniana para exportar petróleo Emirati, citando cooperação regional como motivo de bloqueio.
O Pentágono detalhou o Projeto Liberdade, operação híbrida entre diplomacia e força. Segundo autoridades, participam destróieres com mísseis guiados, cerca de 100 aeronaves de caça e 15.000 soldados. As tropas não precisam entrar em águas iranianas para exercer pressão.
Informou-se ainda que navios mercantes poderão transitar pela área sob proteção, com o objetivo de manter o fluxo comercial. O plano é temporário, com expectativa de envolvimento gradual de mais países na garantia do libre trânsito por Ormuz.
A comunidade internacional observa a escalada com cautela. Países da região acompanham o desdobramento estratégico, enquanto diplomatas tentam avançar negociações mediadas por terceiros. O objetivo central permanece evitar uma nova rodada de ataques e restaurar condições para a passagem segura no estreito.
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