- A exposição Ocupação Ana Botafogo, com 200 peças, abre no Itaú Cultural, em São Paulo, para celebrar 50 anos de carreira da bailarina.
- Ana Maria Botafogo ganhou destaque em 1991, ao desfilar na União da Ilha durante o carnaval do Rio, ajudando a popularizar o balé.
- A trajetória inclui ser a primeira-bailarina do Theatro Municipal do Rio, ter atuado em 109 cidades de 23 estados e fazer apresentações internacionais.
- O percurso é contado em três atos, destacando infância e family, técnica de balé e a passagem pela direção artística do Theatro Municipal entre 2015 e 2018.
- Entre os destaques, aparecem partes de grandes balés como Giselle, La Sylphide e Dom Quixote, além de um tutu usado pela bailarina em apresentação.
A Ocupação Ana Botafogo chega a São Paulo para rever 50 anos de uma carreira marcada pela popularização do balé clássico. A mostra abre ao público no Itaú Cultural, trazendo 200 peças do acervo da artista. A curadoria relembra a trajetória que levou o balé a espaços inusitados.
Nascida no Rio de Janeiro, Ana Maria Botafogo iniciou a profissionalização aos 18 anos no Ballet de Marseille. No Brasil, consolidou-se como primeira bailarina do Theatro Municipal e percorreu o país com apresentações em 109 cidades. Sua imagem tornou-se símbolo de uma arte para todos.
A exposição reúne três atos que percorrem vida, técnica e legado. No primeiro, são exibidas memórias de infância e juventude, com fotos e vídeos e o relato do pai Ernani Fonseca. No segundo, o público acompanha o cotidiano de ensaio, suor e disciplina da bailarina.
Primeiro ato
O acervo mostra as bases da carreira, com depoimentos, imagens de bastidores e momentos marcantes, como a passagem pela Sapucaí em 1991, quando Ana Botafogo se tornou referência de versatilidade e carisma.
Segundo ato
Treinos, coreografias e a busca pela excelência aparecem em depoimentos e registros visuais. A mostra destaca o equilíbrio entre técnica rigorosa e expressão artística, fundamentos da trajetória de destaque da bailarina.
Terceiro ato
O foco é o vínculo com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde atuou como diretora artística entre 2015 e 2018. A instalação imersiva apresenta trechos de interpretações memoráveis e um tutu emblemático, símbolo da presença de Ana Botafogo no repertório.
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