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Red Hat mira segmento middle market para acelerar crescimento na LatAm com IA

Red Hat avança sobre o middle market na América Latina, posicionado no Brasil como base para treinar e rodar modelos de IA com OpenShift AI

Matt Hicks, presidente e CEO da Red Hat | 'Seja você um banco ou uma startup, você não quer perder a capacidade de pensar por conta própria. O open source permite que você mantenha esse controle'
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  • Red Hat intensifica atuação no mercado médio da América Latina, com o Brasil como motor de crescimento nos últimos sete anos.
  • Na era da IA, a empresa vê demanda crescente por OpenShift AI e infraestrutura de código aberto como base para modelos e agentes de IA.
  • No Brasil, clientes usam o portfólio completo da Red Hat, de Linux a OpenShift AI, no mesmo ritmo global, impulsionados pelo mercado financeiro nacional.
  • Em 2025, a receita foi de US$ 7,3 bilhões, alta de 12,9% ante 2024, com crescimento contínuo previsto pela empresa.
  • O primeiro trimestre de 2026 foi o melhor já registrado pela operação brasileira, apoiado por OpenShift, RHEL e Ansible, e pela mira de atender também pequenas e médias empresas.

Na era da IA, a Red Hat acelera a expansão no mercado brasileiro e latino-americano, mirando o segmento middle market para sustentar o crescimento. A estratégia se apoia em OpenShift AI e na infraestrutura Linux empresarial.

Durante o Red Hat Summit, em Atlanta, o CEO Matt Hicks afirmou que a IA universalizou o ritmo de adoção, reduzindo o gap entre países. No Brasil, clientes já utilizam o portfólio completo, do Linux ao OpenShift AI, com o mesmo dinamismo global.

A empresa é controlada pela IBM e mantém atuação marcada por serviços de suporte, segurança e estabilidade em código aberto. Desde a fusão, a Red Hat consolidou quatro grandes linhas: RHEL, OpenShift, Ansible e OpenShift AI.

Do Pix ao middle market: a corrida na América Latina

A América Latina, com o Brasil na dianteira, ganha importância estratégica para a Red Hat. A região é a que mais cresce na empresa há sete anos, segundo o Vice-Presidente para as Américas, David Farrell. O dinamismo inclui aumento de viagens e investimentos locais.

Entre clientes relevantes, Petrobras, Bradesco e Itaú impulsionam a demanda. A empresa também reforça presença com foco em pequenas e médias empresas, ampliando o alcance do OpenShift e da automação. O Brasil é apontado como motor regional.

Sandra Vaz, head brasileiro da Red Hat, destaca que o primeiro trimestre de 2026 foi o melhor da história da unidade no país. O crescimento é sustentado pela adesão ao OpenShift, ao RHEL e ao Ansible, com expansão sustentável.

Caminho para o futuro da IA na Red Hat

A empresa aposta em tornar o OpenShift a base para treinar, testar e executar modelos de IA com segurança. A estratégia envolve mesclar máquinas virtuais antigas com containers modernos na mesma plataforma, promovendo maior flexibilidade.

Hicks ressalta que, em vez de depender de soluções proprietárias, a Red Hat defende o código aberto como modelo estável e sustentável. A visão é ampliar a soberania das empresas sobre o próprio pensamento computacional.

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