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Crimes cada vez mais barreira ao crescimento do Reino Unido, dizem empresários

Crime é barreira ao crescimento no Reino Unido; 40% das empresas sofreram roubo, fraude ou ciberataques, e pede maior apoio governamental

Shoplifting (posed by a model). There has been an increase in shoplifting, fraud and cyber-attacks against businesses in the UK.
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  • A Câmara de Comércio Britânica afirma que o crime é uma barreira séria ao crescimento da economia do Reino Unido, com duas quintas partes das empresas sofrendo algum tipo de crime no último ano.
  • Em levantamento com 1.411 empresas, 20% enfrentaram fraudes ou golpes e 21% sofreram ataques cibernéticos.
  • O pedido é por ações do governo, incluindo um sistema de registro de ataques cibernéticos, polos regionais de crime empresarial e mais apoio à resiliência em cyber e fraude para micro, pequenas e médias empresas.
  • Ataques recentes atingiram marcas como Marks & Spencer, Jaguar Land Rover e Booking.com; estimativas indicam até £1,9 bilhão de custo para a economia com o ataque à JLR e perdas de £324 milhões para a M&S.
  • Também houve aumento de furtos de ferramentas entre trabalhadores e de furtos em lojas, com maior vulnerabilidade reportada entre grandes empresas (50% a 58% conforme o tamanho).

O crime está se tornando uma barreira cada vez mais relevante ao crescimento da economia britânica, segundo líderes empresariais. A pesquisa revela aumento de furtos, fraudes e ciberataques contra empresas no Reino Unido.

A British Chambers of Commerce (BCC), que representa milhares de empresas, pediu ao governo ações mais decisivas para reduzir esse impacto. Quase metade das firmas entrevistadas reportou algum tipo de crime no último ano.

Entre as 1.411 empresas analisadas, uma quinta parte enfrentou fraude ou golpes e 21% registaram ataques cibernéticos. O estudo aponta necessidade de reforços para evitar compromissos de crescimento e investimento.

Ellis Shelton, gerente de políticas da BCC, afirma que enfrentar o crime ajudaria a remover barreiras estruturais ao crescimento. A entidade defende um sistema de reporte de ciberataques e hubs regionais de crime empresarial.

A organização também sugeriu ampliar o apoio à resiliência em cibersegurança para pequenas e médias empresas. Além disso, pediu incentivos para que empresas invistam em segurança digital e prevenção de fraudes.

Dados recentes mostram o impacto específico no varejo e no setor de serviços. Muitos lojistas tiveram aumento de furto de mercadorias e de golpes contra negócios, elevando custos operacionais.

Em 2024, a polícia relatou queda de furtos em alguns setores, porém o total de furtos em lojas atingiu 516.971 casos no ano até dezembro, com volumes acima de 530 mil até março de 2025.

Outros relatos destacam impactos significativos para fabricantes e varejistas. Grandes ataques cibernéticos provocaram desvios de dados e interrupções, com custos estimados em bilhões de libras para a economia britânica.

Contexto e impactos setoriais

A pesquisa de outono apontou maior vulnerabilidade entre empresas maiores, com 58% das companhias com mais de 250 funcionários relatando algum problema de crime empresarial. O setor de manufatura foi o mais atingado no levantamento.

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