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Recepcionista em Nova York assume o cargo de Diretora-Geral do Rosewood São Paulo

De recepcionista em Nova York a diretora-geral do Rosewood São Paulo, Chapoton retorna ao Brasil com 25 anos na hotelaria de luxo e visão global

Marie-Berengere Chapoton, diretora-geral do Rosewood São Paulo
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  • Marie-Berengere Chapoton assumiu a direção-geral do Rosewood São Paulo, na Bela Vista, após retornar ao Brasil no fim do ano passado.
  • A executiva francesa soma vinte e cinco anos na hotelaria de luxo, atuando em onze países e já liderou operações em cidades como Roma, Rio de Janeiro e Bahrein.
  • Formada em gestão de hospitalidade pelo Glion Institute (Suíça) e com MBA na França, ela também fez um programa de liderança na Universidade Cornell (2024) e tem passagem por aberturas e reposicionamentos de marcas no Grupo Accor.
  • Iniciou a carreira como garçonete em Manchester e recepcionista em Nova York; comandou projetos de transformação de hotéis em instituições como Sofitel Ipanema (Rio), Sofitel Roma e Sofitel Montevideo.
  • No Rosewood São Paulo, a aposta é fortalecer os pilares de cultura, arte, música, gastronomia e design, desenvolver experiências nas suítes e manter o foco em eventos e casamentos, ressaltando o crescimento da liderança feminina na hotelaria mundial.

Marie-Berengere Chapoton, francesa, assumiu a direção-geral do Rosewood São Paulo, no bairro Bela Vista, na Cidade Matarazzo. A nomeação marca o retorno da executiva ao Brasil após passagem por resorts e hotéis no exterior. O Rosewood São Paulo é apresentado como referência de cultura, arte e gastronomia na capital paulista.

A executiva chega ao hotel após cinco anos no Bahrain e dois anos nas Bermudas, com passagens por 11 países. Em 2013, chegou ao Rio de Janeiro grávida para liderar a transformação do Caesar Park no Sofitel Ipanema, acompanhando Copas e Olimpíadas. Formada em gestão de hospitalidade, possui MBA na França e liderança pela Cornell em 2024.

Trajetória internacional e primeiros passos

Iniciou na hotelaria como garçonete em Manchester, fez carreira como recepcionista na cidade de Nova York e, na sequência, abriu hotéis em diferentes mercados. A experiência inclui gestão de operações, finanças e RH, com 25 anos na Accor e atuação em Sofitel, Fairmont e Raffles, entre outras marcas.

O retorno ao Brasil foi visto como um momento de consolidar a atuação da marca Rosewood na América do Sul. Chapoton afirma que a proposta da rede combina cultura, arte, música, gastronomia e design, pilares que guiam a estratégia do grupo no Brasil.

Liderança, visão e desafios

A diretora-geral destaca a importância das pessoas na hotelaria de luxo, com foco na personalização da experiência. Ela planeja elevar o serviço com os mordomos e ampliar as experiências nas suítes, tratadas como “casas brasileiras” dentro do hotel, além de ampliar eventos.

Sobre o papel da liderança feminina, observa que houve avanços nos últimos 10–15 anos, com maior presença de mulheres em cargos-gerenciais em marcas globais. Relata também que o Brasil já contava com várias profissionais à frente de operações de alto nível.

Vida pessoal e equilíbrio

Chapoton relembra a gravidez ocorrida no Brasil e a continuidade do trabalho enquanto gestante. Após o parto, passou dois meses na França e Itália, mantendo a rotina profissional. Ela menciona apoio do marido, que atua em Dubai, como fator relevante para o equilíbrio entre vida pessoal e carreira.

Ainda sem concluir o ciclo de metas, a executiva aponta viagens e descobertas como parte essencial de seu desenvolvimento. Entre destinos desejados estão Butão, Tibete, Antártica e países africanos ainda não explorados.

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