- O boné de aba para trás volta a ser símbolo de confiança descontraída, com a relação criada entre JFK Jr. e esse estilo.
- Na história de John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette, ele usava o boné virado para trás para manter o rosto à mostra, contrastando com looks formais.
- A retomada tem raízes na nostalgia dos anos noventa, estendendo-se da cultura pop ao street style.
- Celebridades atuais, como Timothée Chalamet, Bad Bunny e Kendrick Lamar, adotam o visual, inclusive em desfiles de marcas como Ralph Lauren.
- A tendência é vista como uma evolução do uso de bonés na moda contemporânea, indo além do estilo tradicional.
O artigo analisa a retomada do boné para trás como símbolo de confiança descontraída. A peça, antes vista como infantil, volta a compor estilos de celebridades e personagens, ganhando repercussão na cultura popular atual.
Em uma releitura de moda, JFK Jr é mostrado usando o boné de trás para frente. A série Love Story, da Disney+, apresenta o personagem em momentos cotidianos, destacando o acessório como assinatura de estilo.
Origens e evolução
A prática de usar o boné de trás remonta ao século 19, quando jogadores de beisebol o viravam para proteger o rosto com o melhor ângulo de visão. Nos anos 90, Ken Griffey Jr popularizou o estilo no estádio.
A partir dos 90, a estética evoluiu com Will Smith em The Fresh Prince e com astros do hip‑hop, como Jay‑Z, integrando o boné aos looks casuais. O recurso ganhou passagem para desfiles de moda e editoriais.
Cenário contemporâneo
Hoje, celebridades sincronizam o boné invertido a um guarda‑roupa variado, da rua às passarelas. Em janeiro, artistas como Timothée Chalamet adotaram o acessório com referências a ícones, enquanto Bad Bunny e Kendrick Lamar mantêm o boné como elemento recorrente.
Desfiles recentes, como o da Ralph Lauren em Milão, mostraram modelos com bonés coloridos usados de modo invertido, favorecendo a visibilidade do logotipo apenas de trás. A tendência busca transmitir ousadia sem abrir mão do conforto.
Relevância nas redes e no imaginário
Antes associada a momentos de privacidade, a prática retorna como símbolo de atitude casual. Boards de estilo e conteúdos em redes sociais alimentam a percepção de que o boné para trás facilita um visual “cool” e acessível, conectando diferentes gerações.
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