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Estilista que vestiu a seleção da RD Congo comenta looks oficiais

Alvin Junior Mak veste a seleção da República Democrática do Congo na Copa 2026, unindo alfaiataria contemporânea, herança Sapeur e identidade nacional

Alvin Junior Mak, o estilista que vestiu a Seleção da República Democrática do Congo
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  • Alvin Junior Mak, estilista e fundador da marca JMAKxPARIS, vestiu a seleção da República Democrática do Congo na Copa de 2026; nasceu no Congo e mudou-se para a França aos 11 anos.
  • Iniciou na moda como vendedor em lojas como H&M, Zara, Tod’s, Levi’s, Gucci e Balenciaga, aprendeu sozinho e lançou a primeira coleção Spirit Urbai em 2018; produz uma ou duas coleções por ano.
  • Suas principais influências são Karl Lagerfeld e Olivier Rousteing; a cultura Sapeur inspira a criatividade e a inovação, com o leopardo como símbolo do patrimônio congolesa.
  • O uniforme criado para a seleção inclui o terno Moniama em crepe de seda, com gola trompe-l’œil e pala de veludo com estampa de leopardo; busca traduzir a herança cultural e homenagear os Leopardos de 1974.
  • Os jogadores ficaram felizes com as peças; Mak também criou acessórios, como uma bolsa em formato de estrela para simbolizar ambição; ele pretende usar a moda para expressão, geração de empregos e abertura de portas.

A seleção da República Democrática do Congo desembarcou nos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026, e o visual dos atletas ganhou destaque fora de campo. Alvin Junior Mak, estilista e fundador da marca JMAKxPARIS, assina o figurino que representa a herança congolesa. O objetivo é ampliar a visão sobre a cultura do país, além do desempenho em campo.

Mak nasceu no Congo e, aos 11 anos, mudou-se para a França. Ele construiu a trajetória no varejo de moda, trabalhando para marcas como H&M, Zara, Gucci e Balenciaga, antes de lançar sua própria marca em 2018. Sua inspiração inclui a cultura Sapeurs e o legado dos Leopardos de 1974.

Trajetória e influências

A trajetória de Mak é autodidata, com aprendizado via vídeos online e documentários. Entre suas referências estão Karl Lagerfeld e Olivier Rousteing, cujas obras moldaram uma visão de moda contemporânea aliada a marcantes traços identitários. A linguagem do Sapeur aparece na criatividade e na inovação de suas peças.

O design do uniforme e o significado

O destaque é o terno Moniama, confeccionado em crepe de seda com gola trompe-l’œil e uma pala de veludo com estampa de leopardo. A peça homenageia os Leopardos de 1974, porém ganha leitura contemporânea, com um corte transpassado de um botão. A ideia é divulgar o saber-fazer congolesa e o espírito da seleção.

Acessórios aparecem como parte central da mensagem. Uma bolsa em formato de estrela simboliza ambição, enquanto o trançado valoriza o artesanato local e o broche acrescenta elegância ao conjunto. A proposta sustenta uma visão diferente da cultura do país.

Reação e contexto

Os jogadores reagiram de forma positiva ao visual apresentado. Parte da equipe entrou em contato com familiares para compartilhar as peças que vestiam. Mak expressou que a moda pode ampliar oportunidades, inclusive abrindo portas para novas perspectivas de carreira.

Futuro e objetivos

O estilista confirma que planeja manter uma linha de coleções anuais, mantendo o foco em expressar valores, educação e ambição por meio da moda. A expectativa é continuar vestindo personalidades de destaque, sem revelar nomes, mas mantendo o compromisso com a identidade congolesa.

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