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Defesa de Bolsonaro tenta frear processo no STM citando condecorações

Defesa de Bolsonaro tenta travar processo no Superior Tribunal Militar, sustentando que condenação no STF não pode tirar a patente de capitão reformado, citando condecorações

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi citado em comunicação que estava nos arquivos Epstein. — Foto: Getty Images via BBC
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  • Defesa de Jair Bolsonaro protocolou no Superior Tribunal Militar um pedido para travar o processo, alegando parcialidade do vice-presidente da Corte.
  • Os advogados sustentam que uma condenação no Supremo Tribunal Federal não pode atingir o posto de capitão reformado.
  • Eles citam o histórico de condecorações durante o serviço ativo como evidência de conduta disciplinar sem punições.
  • O objetivo é manter a patente militar do ex-presidente.
  • A nota indica que a matéria está em atualização.

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Superior Tribunal Militar o afastamento do vice-presidente da Corte, alegando parcialidade no processo em curso contra o ex-presidente. O objetivo é impedir que a condenação dentro do STF tenha efeito sobre a patente militar.

Segundo os advogados, o caso envolve uma tentativa de impedir que Bolsonaro permaneça com sua patente de capitão reformado, mesmo após eventuais decisões judiciais na esfera civil e militar. A defesa sustenta que as decisões não devem atingir o posto adquirido na ativa.

A defesa também cita na peça argumentos ligados ao histórico de condecorações de Bolsonaro e à ausência de punições disciplinares durante o serviço ativo. Alega que tais elementos comprovam sua idoneidade para manter a patente.

A tramitação ocorre no âmbito do STM, com foco em questões de Justiça militar e de elegibilidade para manter a patente. A defesa afirma que o conjunto de fatores citados reforça a legalidade de manter o posto, independentemente de outras decisões judiciais.

[Post em atualização]

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