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Ibovespa recua novamente diante de perspectivas incertas no Irã

Ibovespa recua diante da incerteza do conflito entre EUA e Irã e da reabertura parcial do Estreito de Ormuz, com petróleo em alta

Os combates entre a aliança EUA-Israel e o Irã continuaram sem cessar mesmo após declaração de Trump
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  • Ibovespa caiu 0,68%, aos 180.690 pontos, às 11h10.
  • Dólar comercial subiu 0,17%, cotado a R$ 5,25.
  • Novos ataques entre EUA-Israel e Irã ampliaram a tensão, com Trump sinalizando negociações para abrir o Estreito de Ormuz, e Teerã negando qualquer acordo de paz.
  • O petróleo voltou a subir, com ganho de cerca de 4% por volta das 11h10, após queda na véspera.
  • O Irã passou a cobrar taxas de trânsito de algumas embarcações que passam pelo Estreito de Ormuz.

O Ibovespa operava em queda nesta terça-feira (24), desacelerando o alívio da véspera após o recuo inicial das negociações sobre a guerra entre EUA, Israel e Irã. O índice apontava queda mesmo com o petróleo em trajetória de alta, após quedas anteriores.

A sessão acompanhava a tensão envolvendo o Irã e as avaliações sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo mundial. Trump havia anunciado um ultimato de 48 horas para abrir totalmente o canal, o que não foi confirmado por Teerã.

Às 11h10, o Ibovespa caía 0,68%, aos 180.690 pontos. O dólar comercial subia 0,17%, cotado a 5,25 reais. A volatilidade reflete o momento de incerteza geopolítica e impactos sobre o fluxo de commodities.

O Irã passou a cobrar taxas de trânsito de algumas embarcações que cruzam a região para reforçar o controle sobre o acesso marítimo. Analistas destacam que o desfecho comercial depende de disponibilidade de acordo para reabrir a passagem.

Economistas lembram que avanços nas negociações podem não ser suficientes se o Estreito permanecer com restrições. Especialistas ressaltam que o petróleo reage rapidamente a esse tipo de notícia, influenciando mercados globais.

No cenário externo, o petróleo oscilou, com o combustível voltando a subir após a forte queda anterior. Enquanto isso, o mercado de crédito privado dos EUA enfrentava fluxos de resgate, gerando dúvidas sobre liquidez e perfil de risco.

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