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Menos da metade dos países da Copa 2026 têm ações na B3; veja quais

Levantamento da B3 aponta que 22 países da Copa do Mundo de 2026 possuem ETFs ou BDRs disponíveis para investidores brasileiros, menos da metade dos participantes

Investidores conseguem se expor a mercados de quase metade dos países do torneio sem precisar abrir conta no exterior
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  • A B3 aponta que 22 países que disputarão a Copa do Mundo de 2026 têm ETFs ou BDRs disponíveis para investidores brasileiros.
  • Nos Estados Unidos existem ativos como IVVB11 e SPXI1 (SPXl11), além de BDRs de empresas como Apple (AAPL34), Microsoft (MSFT34) e Amazon (AMZO34).
  • Arábia Saudita é acessível pela B3 por meio do ETF iShares MSCI Saudi Arabia (BKSA39).
  • Inglaterra e Escócia aparecem no mesmo produto, o ETF MSCI United Kingdom Index (BEWU39). Argentina tem ARGT39 e ARGE11, com exposição a empresas locais negociadas nos EUA.
  • No Brasil há maior oferta, com oito ETFs que replicam o Ibovespa; ressalta-se que acesso não garante oportunidades e envolve riscos cambiais, políticos e de liquidez.

A B3 informou que, para a Copa do Mundo de 2026, menos da metade das seleções podem ser acessadas por meio de investimentos na bolsa brasileira. O levantamento aponta 22 países com ETFs ou BDRs disponíveis para o investidor no Brasil, entre os 48 que disputam o torneio. A acessibilidade ocorre via ativos listados na B3, com aporte em reais.

Os produtos citados são ETFs, que acompanham carteiras teóricas de ações de um país ou setor, e BDRs, certificados que representam ativos emitidos no exterior. Assim, é possível investir em mercados estrangeiros sem abrir conta no exterior, embora o investimento seja feito em moeda local.

Países e produtos disponíveis

  • África do Sul
  • Alemanha
  • Arábia Saudita
  • Argentina
  • Austrália
  • Bélgica
  • Brasil
  • Canadá
  • Colômbia
  • Coreia do Sul
  • Escócia
  • Espanha
  • Estados Unidos
  • França
  • Inglaterra
  • Japão
  • México
  • Noruega
  • Países Baixos
  • Suécia
  • Suíça
  • Turquia

Nos Estados Unidos, há ampla oferta, com ativos como IVVB11 e SPXl11 que acompanham o S&P 500. BDRs também listam ações de empresas globais, entre elas Apple, Microsoft e Amazon, com códigos como AAPL34, MSFT34 e AMZO34.

A Arábia Saudita, destaque da edição de 2026, sedio a Copa de 2034 e vem ganhando exposição internacional via fundo soberano e aquisições esportivas. Na B3, o ETF BKSA39 reflete esse interesse pela região.

Na Europa, Inglaterra e Escócia aparecem com um único veículo de referência: o ETF MSCI United Kingdom Index, BEWU39, que abrange as ações britânicas representativas.

A Argentina também está entre as nações contempladas, com ARGT39 e ARGE11, que dão exposição a empresas argentinas na bolsa americana, como MercadoLibre e Globant.

Para o Brasil, a oferta é a mais ampla, com oito ETFs que replicam o Ibovespa, índice formado pelas maiores ações do mercado nacional, incluindo Vale, Petrobras e Itaú.

Vale lembrar que o acesso não representa garantia de retorno. BDRs e ETFs ligados a índices de países em crise envolvem riscos cambiais, políticos e de liquidez.

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