- SUI registrou ganho de aproximadamente 37% nos últimos sete dias, descolando do mercado de criptomoedas.
- o impulso é puxado por influxos institucionais de staking que elevaram o TVL a patamares recordes.
- houve também uma atualização de protocolo que permite transferências de stablecoins sem taxa, influenciando a liquidez no ecossistema.
- o movimento ocorre em meio a oferta restrita, com travas de staking ajudando a pressionar o preço.
- o preço atual fica em torno de $1,27, com resistência imediata em torno de $1,30 a $1,40; recuo até $1,00 a $1,10 seria considerado saudável para continuidade.
Sui, token da rede homônima, registrou ganho de 37% nos últimos 7 dias, descolando do restante do mercado enquanto o Bitcoin chegou a superar US$ 82 mil. O movimento não foi um rally setorial, e sim impulsionado por dois catalisadores distintos.
O primeiro é a subida de fluxos institucionais de staking, que elevou o TVL da rede a novos patamares. O segundo envolve uma atualização de protocolo que permite transferências de stablecoins sem taxa, alterando a dinâmica de liquidez no ecossistema DeFi da Sui.
A pressão de compra provocada pela participação da Sui Group Holdings ocorre em um momento de circulação limitada de tokens devido a bloqueios de staking. Essa combinação gerou movimentos expressivos de preço com fluxos de capital relativamente modestos.
Cenário recente e movimentos de preço
No gráfico diário, a meta de preço fica em torno de US$ 1,30 a US$ 1,40, após a subida de US$ 0,85-0,90 para pico de US$ 1,35. O momento atual é acompanhado por volatilidade típica de alta rápida.
Historicamente, SUI caiu de US$ 4,40 no pico de julho para US$ 0,63 na vela de capitulação de fevereiro, perdendo mais de 85% do valor. Entre março e abril ficou estável entre US$ 0,85 e US$ 1,10.
Nível de resistência e próximos passos
Caso haja sustentação acima de US$ 1,30, a próxima resistência relevante fica entre US$ 1,80 e US$ 2,00. Acima disso, há um patamar em torno de US$ 2,40, onde ocorre uma zona de distribuição maior.
Especialistas alertam que movimentos verticais costumam exigir recuo para reteste. Uma correção para US$ 1,00 a US$ 1,10 seria saudável para confirmar a continuidade da queda. O cenário permanece sujeito a ajustes de mercado.
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