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Sinais de pico de pressão podem imitar AVC, alerta cardiologista

Caso de Alex Escobar revela que pico de pressão pode imitar AVC; médico alerta para avaliação médica urgente diante de sinais neurológicos

Alex Escobar — Foto: Reprodução/Instagram
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  • O apresentador Alex Escobar teve dificuldade de fala e possível confusão mental durante entrada ao vivo no programa Encontro, na manhã de 22.
  • Ele foi para um hospital da região após o episódio e permanece em observação, sem indicação de alta imediata.
  • Por precaução, não viajará com a equipe da Globo para Miami, onde a seleção brasileira enfrenta a Escócia pela Copa do Mundo.
  • O episódio gerou alerta sobre a diferença entre pico de pressão arterial e AVC; médicos destacam que, em alguns casos, os sintomas podem parecer.
  • Profissionais enfatizam que, mesmo com sintomas breves, é necessária avaliação médica de urgência para confirmar ou afastar um evento neurológico.

Alex Escobar, apresentador de 51 anos da TV Globo, passou mal ao vivo durante o Encontro nesta segunda (22). O pico de pressão ocorreu enquanto conversava com Patrícia Poeta, em Nova York, nos EUA, onde a equipe cobre a Seleção Brasileira.

O episódio levou o apresentador a seguir para um hospital da região, onde realizou exames. Ele permanece bem, sob observação, e não viajará com o grupo para Miami, onde a seleção enfrenta a Escócia pela Copa do Mundo.

Escobar usou as redes para tranquilizar o público: está bem, sem sintomas e com fala menos falha. Ele agradeceu as mensagens de apoio e informou que permanece sob avaliação médica para entender a causa do episódio.

Entenda o episódio e o alerta médico

O cardiologista intervencionista Thiago Marinho, SBHCI, explica que picos de pressão podem imitar sintomas de AVC, como fala arrastada e confusão. Em muitos casos, a pressão alta não apresenta sinais.

Segundo o especialista, não há característica clínica única para diferenciar os eventos apenas pelo quadro. A confirmação exige avaliação médica e, muitas vezes, exames de imagem.

Para confirmar que não houve AVC, são comuns tomografia e ressonância. O objetivo é descartar eventos neurológicos graves e confirmar se o episódio foi apenas um pico pressórico.

Quando procurar atendimento

Marinho destaca que alterações neurológicas súbitas devem levar a atendimento de urgência. O AVC pode ocorrer mesmo sem perda de força ou desvio da boca.

Além disso, outras causas podem provocar confusão e dificuldade de fala, como hipoglicemia, alterações table da pressão ou desequilíbrios de eletrólitos. O diagnóstico depende de avaliação médica.

Recomendações finais

Obtidos os devidos exames, o médico orienta manter vigilância de sinais neurológicos. Em caso de dor torácica, falta de ar ou desmaio, o atendimento de emergência é necessário por possível relação cardíaca.

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