- Em 1913, em Edgewater, Chicago, Mabel Williams misturou vaselina e pó de carvão para realçar os cílios.
- O irmão, Thomas Lyle Williams, percebeu o potencial e, a partir de 1915, trabalhou para criar uma fórmula comercial reproduzível.
- Em 1917, foi lançado o primeiro rímel moderno, em formato sólido, com escovinha umedecida, com apoio da Parke, Davis & Co.
- Nas décadas seguintes, o produto ganhou popularidade e evoluiu com versões mais práticas e fórmulas diversas, impulsionadas pelo cinema.
- Hoje o rímel é um dos itens de beleza mais vendidos no mundo, com mercado global estimado em US$ 6,84 bilhões em 2025 e expectativa de US$ 9,59 bilhões em 2034.
Em 1913, uma jovem de Chicago improvisou um cosmético caseiro para realçar o olhar, misturando vaselina e carvão. A ideia nasceu em Edgewater, bairro ao norte da cidade, sob observação do irmão, que viu potencial comercial na prática simples.
Mabel Williams idealizou o truque para intensificar o olhar, enquanto Thomas Lyle Williams encontrou uma oportunidade de transformar a solução em negócio. A partir de 1915, ele testou fórmulas mais seguras e fáceis de reproduzir em escala industrial.
Origem e consolidação da marca
Em 1917, Thomas lançou no mercado o que seria o primeiro rímel moderno, ainda em formato sólido. O produto chegou às prateleiras com uma escova embebida e pigmento compacto, abrindo caminho para versões subsequentes.
A marca nasceu oficialmente em homenagem a Mabel, combinaram-se os nomes Mabel e vaselina para Maybelline. O rímel consolidou-se como item essencial da maquiagem nas décadas seguintes, impulsionado pelo cinema dos anos 1920 e 1930.
Impacto global e mercado atual
Ao longo do século XX, o rímel ganhou evolução de formulação, aplicação e efeitos. Hoje, permanece entre os itens de maior venda no segmento de beleza. Estima-se que o mercado global tenha atingido US$ 6,84 bilhões em 2025, com projeção de US$ 9,59 bilhões para 2034.
A história mostra uma trajetória que começa com um gesto simples e se transforma em um ícone cultural, movido pela curiosidade de uma jovem e pela visão de um irmão empreendedor. Fonte institucional descreve o papel do museu Made in Chicago na documentação do episódio.
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