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Mulheres Waspi têm novamente negada compensação de pensão estatal

Governo mantém decisão e nega compensação a até 3,6 milhões de mulheres Waspi, enquanto movimento segue ações legais pela Justiça

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
‘Waspi women’ protesting against what they say is pension injustice in Glasgow last year.
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  • O governo decidiu novamente não conceder indenização a mulheres Waspi, mesmo após o parecer da Ombudsman de março de 2024 que recomendava compensação.
  • O possível grupo atingido chega a até 3,6 milhões de mulheres nascidas na década de 1950, afetadas pelas mudanças na idade de reforma estatal.
  • O assessor de Trabalho e Segurança Social, Pat McFadden, afirmou que um pagamento único não é justo nem prático e que o custo poderia chegar a 10,3 bilhões de libras.
  • Waspi mantém que as mudanças criaram caos financeiro para aposentadas, que planejaram a aposentadoria com base na idade de 60 anos.
  • A campanha afirma que continuará buscando opções legais e estimulará ações no Parlamento e nos tribunais para obter justiça.

Milhões de mulheres conhecidas como Waspi não receberão compensação do governo, segundo nova decisão. O veredito mantém o entendimento de que não houve pagamento a quem nasceu na década de 1950.

O caso envolve até 3,6 milhões de mulheres que alegam prejudício com mudanças na idade de aposentadoria estatal. A mobilização Waspi ganhou força a partir de 2015, criticando o aumento gradual da idade de 60 para 66 anos.

A decisão foi anunciada pelo ministro do Trabalho e Pensões, Pat McFadden, após revisar as evidências. O governo afirma que um esquema de pagamento único de compensação seria caro e injusto para a maioria.

Contexto do caso

A Advocacia Pública e o ombudsman parlamentar já haviam recomendado compensação em 2024, mas o governo recuou. Ao justificar a nova posição, o governo citou custo estimado de até £ 10,3 bilhões para uma solução ampla.

Atualmente, os organizadores da Waspi estudam vias legais adicionais. A presidente da Waspi, Angela Madden, afirmou que há espaço para ações parlamentares e judiciais, mantendo a estratégia de buscar justiça para as afetadas.

A discussão gira em torno da mudança da idade de aposentadoria, que aumentou de 60 para 65 anos entre 2010 e 2020, com aceleração em 2011. A partir de então, muitas mulheres relataram planejamento financeiro prejudicado pela mudança.

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