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Empresária foragida que levou Ronaldinho ao Paraguai é detida e tenta fiança

Detida em Assunção, a empresária Dalia López é acusada de chefiar quadrilha de evasão de divisas, sonegação e falsificação de documentos ligados a Ronaldinho Gaúcho; fiança de US$ 1 milhão é apresentada

Empresária Dalia López, no momento de sua prisão no Paraguai — Foto: Divulgação/Policía Nacional de Paraguay
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  • Foragida há seis anos, a empresária paraguaia Dalia Angélica López, de 55 anos, foi detida em Assunção.
  • Ela é acusada de chefiar uma quadrilha que praticava evasão de divisas, sonegação de impostos e falsificação de documentos, incluindo os usados com Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis, em 2020.
  • A defesa pediu prisão domiciliar e ofereceu fiança de USD 1 milhão, afirmando não haver risco de fuga e alegando problemas de saúde.
  • Na casa, a polícia encontrou 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis; a defesa afirmou que os valores são de negócios da família e devidamente registrados.
  • O Ministério Público acusa López de lavagem de dinheiro e sonegação; a denúncia aponta desvio de cerca de US$ 10 milhões por meio de uma rede de empresas nos últimos cinco anos.

Foragida há seis anos, a empresária Dalia Angélica López, de 55 anos, foi detida nesta quinta-feira em Assunção, no Paraguai. Ela é acusada de chefiar uma quadrilha que atuava com evasão de divisas, sonegação de impostos e falsificação de documentos, como os passaportes usados por Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis, em 2020.

A prisão foi seguida por uma noite de detenção; nesta sexta houve audiência por videoconferência. A defesa pediu prisão domiciliar e ofereceu fiança de 1 milhão de dólares, alegando ausência de risco de fuga e problemas de saúde da acusada.

Na residência, a polícia apreendeu 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis, segundo a investigação. Os valores teriam relação com negócios familiares, segundo a defesa, que sustenta que tudo está registrado.

O Ministério Público e o Ministério da Tributação acusam López de sonegação de impostos e lavagem de dinheiro. Uma rede de empresas ligadas a ela seria responsável por desvio estimado de US$ 10 milhões nos últimos cinco anos, conforme denúncia. A defesa nega as acusações.

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