- Os trabalhos para remover o nome de Donald Trump da fachada do Kennedy Center começaram neste sábado, 13, em cumprimento a decisão da Justiça Federal.
- A remoção ocorreu após o juiz Christopher Cooper rejeitar um pedido de última hora do conselho do centro para impedir a retirada.
- O Kennedy Center já havia retirado o nome do site, mas mantinha referências na fachada até a manhã de sábado; o atraso ocorreu por tempestades que colocavam em risco a segurança.
- Cooper havia ordenado, em 29 de maio, a retirada do nome “Trump” ou de qualquer referência ao presidente, mantendo apenas o nome do presidente Kennedy, e afirmou que apenas o Congresso tem competência para renomear a instituição.
- O juiz também suspendeu parcialmente a ordem de fechamento do Kennedy Center por dois anos para reformas, autorizando apenas as obras de reparo já previstas.
A remoção do nome de Donald Trump da fachada do Kennedy Center, em Washington, começou neste sábado, 13, conforme determinação da Justiça Federal. A obra ocorre com o edifício parcialmente coberto por um toldo branco para esconder o nome.
A ação foi autorizada após o juiz federal Christopher Cooper rejeitar um pedido de última hora do conselho de direção do Kennedy Center, ligado a Trump e seus aliados, que buscava impedir a retirada. O Kennedy Center já havia removido o nome do site, mas não da fachada.
A ordem original de Cooper, de 29 de maio, determinou a remoção de qualquer referência a Trump ou a pessoas diferentes do presidente Kennedy em até duas semanas. O Congresso é citado como a única instância capaz de alterar oficialmente o nome.
O atraso anterior ocorreu por tempestades que representaram risco à segurança dos trabalhadores, explicou o diretor-executivo Matt Floca. As obras prosseguem apesar da decisão judicial, com reparos autorizados a seguir.
Trump, ao colocar aliados à frente do conselho, havia acrescentado seu nome ao de John F. Kennedy em dezembro, para renomear o centro como Trump Kennedy Center. A mudança já tinha gerado contestação pública.
A família Kennedy e a oposição democrata questionaram a legalidade da modificação. Desde a volta de Trump à Casa Branca, há tentativas de ampliar sua presença em espaços oficiais, segundo relatos.
Cooper também suspendeu a ordem de fechar o Kennedy Center por dois anos, prevista para começar em julho. O juiz autorizou, ainda, a continuidade das obras de reparo cuja necessidade ele considerou evidente.
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