- Vinte e cinco manifestantes que protestaram contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog enfrentarão um julgamento conjunto de seis semanas em julho de 2027, em Sydney.
- O pedido de julgamento conjunto foi aceito após os advogados argumentarem questões legais comuns entre os casos; haverá uma audiência pré-julgamento de uma semana marcada para 8 de março de 2027.
- A advogada Felicity Graham afirmou que o comissário de polícia Mal Lanyon deve ser o primeiro a depor; também podem testemunhar o comissário adjunto Paul Dunstan e as deputadas Sue Higginson e Jenny Leong.
- O grupo de 25 entes acusados busca o julgamento conjunto apesar da oposição da polícia, que afirma haver questões significativas entre os casos, com alguns aspectos individuais.
- Entre as acusações estão agressão a policial, resistência à prisão e não cumprimento de ordens de afastamento; há ainda debate sobre a validade de declarações de evento maior usadas para ampliar poderes policiais durante a visita.
Oito informações centrais convergem para o próximo passo do caso envolvendo 25 manifestantes que protestaram contra a visita do presidente israelense a Sydney. O grupo será submetido a um júri conjunto de seis semanas no próximo julho, após decisão do tribunal local de Downing Centre. O pedido de audiência unificada foi aceito pelos advogados das partes, que argumentaram questões jurídicas comuns.
O júri contempla desdobramentos de acusações que vão desde agressão a policiais até resistência à ordem de despejo. O Ministério Público, representado pelo sargento Adrian Walsh, argumentou que a audiência conjunta traria problemas com testemunhas comuns, embora muitos itens sejam subjetivos a casos individuais.
A audiência pré-julgamento foi marcada para 8 de março de 2027, com o júri começando em 19 de julho de 2027. A decisão envolve 25 dos 30 manifestantes detidos na época do evento, realizado na prefeitura de Sydney em fevereiro.
Entre as testemunhas esperadas estão o comissário de polícia de New South Wales, Mal Lanyon, possivelmente o comissário adjunto Paul Dunstan e os deputados Greens Sue Higginson e Jenny Leong. Outros ministros e membros do parlamento também podem ser chamados.
A defesa destacou que a ação policial pode ter sido inadequada ao considerar o protesto autorizado. O grupo alegou que houve violação de direitos, já que os manifestantes apresentaram um “formulário um” para avisar da manifestação rumo ao Parlamento a partir da Town Hall.
A promotoria indicou que parte das questões é de natureza individual, o que poderia complicar a condução do processo. Ainda assim, a defesa sustenta que há questões jurídicas comuns que justificam o julgamento conjunto. As alegações incluem o uso de uma declaração de grande evento pela polícia.
- O conjunto de acusações envolve resistência, agressão a policial e descumprimento de ordens de afastamento, entre outras imputações.
- A investigação sobre a atuação policial durante o protesto está em curso, com foco em possíveis abusos por parte das forças de segurança durante o evento.
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