- A defesa de Deolane Bezerra acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar revogar a prisão preventiva, instaurada na operação que investiga lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital.
- A influenciadora foi presa preventivamente na quinta-feira, 21 de maio, em ação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.
- Os advogados afirmam que não há requisitos legais para a prisão preventiva e que não há risco concreto à ordem pública ou às investigações.
- A defesa sugere medidas alternativas, como retenção de passaporte, proibição de saída da comarca, impedimento de contato com investigados ou prisão domiciliar, já que é mãe de uma criança de 9 anos.
- O STJ inicialmente não analisou o HC de imediato, encaminhando o caso para parecer do Ministério Público; a defesa recorreu para nova análise.
A defesa de Deolane Bezerra acionou o STJ nesta quarta-feira (27) para tentar revogar a prisão preventiva da influenciadora. A medida foi determinada pela autoridade policial e pelo Ministério Público de São Paulo.
Deolane foi presa preventivamente na quinta-feira passada (21) em uma operação que apura lavagem de dinheiro associada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação envolve possível distribuição de recursos ilícitos.
A defesa sustenta que não existem requisitos legais para a prisão preventiva e aponta ausência de risco concreto à ordem pública ou às investigações. Os advogados também criticam a base dos argumentos usados.
Entre as medidas alternativas propostas, os advogados citam retenção de passaporte, proibição de deixar a comarca e impedimento de contato com investigados, além da prisão domiciliar, pela situação de mãe de uma criança de 9 anos.
O processo teve primeira análise na Presidência do STJ, que afirmou que o HC não poderia ser julgado de imediato, pois o caso depende de decisão do TJ-SP, instância anterior. O recurso foi encaminhado para manifestação do Ministério Público.
A defesa informou que recorrerá da decisão e busca nova análise do caso, já que o parecer do MP ainda não foi divulgado. A investigação conta com cooperação da Interpol para monitoramento de Deolane na Itália.
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