- Kerry Sheron, de 69 anos, veterano do Exército dos EUA, morreu dias depois de ser atacado em frente à casa dele, em Escondido, região de San Diego, famosa pela exibição pró-EUA.
- O suspeito, Thomas Butler, de 32 anos e veterano da Marinha, foi preso sob diversas acusações, incluindo tentativa de homicídio, abuso de idoso e lesões.
- A polícia informou que o ataque foi sem provocação, restando confirmar a motivação, que ainda está em investigação.
- Segundo a promotoria, houve um único golpe no maxilar, seguido de mais golpes na cabeça, levando Sheron ao hospital.
- Butler deve retornar ao tribunal em três de junho; ele permanece sob custódia sem direito a fiança.
Kerry Sheron, um veterano de 69 anos da Polícia dos EUA, morreu após ser atacado na frente de sua casa em Escondido, região de San Diego, na última quarta-feira. A agressão ocorreu na tarde de 20 de maio; Sheron ficou gravemente ferido e foi hospitalizado.
Thomas Butler, 32 anos, preso no local, é acusado de agressão, tentativa de homicídio, abuso de idosos e lesões. A polícia informou que o ataque ocorreu de forma violenta e sem provocação, conforme relatos da promotoria.
A investigação busca esclarecer o motivo do crime, que ainda não tem confirmação de motivação política. Butler permanece detido sem direito a fiança; ele retorna ao tribunal em 3 de junho.
Progresso da investigação e reações
A promotoria informou que Sheron era conhecido por sua exibição de várias bandeiras e cartazes pró-Donald Trump, localizada no entorno de sua residência. A família descreveu o ataque como brutal e sem provocação.
Brian Jones, líder da minoria no Senado da Califórnia, enciou nota chamando o episódio de inconcebível e afirmou que houve assassinato cruel por crenças políticas, segundo fontes locais.
A força policial local indicou que o caso ainda está em apuração, com a possível verificação de elementos adicionais de evidência. Não há indicação de que o crime tenha sido motivado por agenda política.
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