- A influenciadora Deolane Bezerra contratou o advogado Aury Lopes Jr. para defendê-la da acusação de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
- Lopes Jr. é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e é reconhecido por defender garantias constitucionais e criticar o “populismo punitivista”.
- No caso de Eduardo Cunha, ele, junto com outro advogado, conseguiu tirar o processo das mãos de Sergio Moro, transfersndo-o para a Justiça Eleitoral; a decisão foi celebrada como vitória do juiz natural.
- O jurista já havia questionado publicamente a necessidade de manter Deolane presa, argumentando que os fatos investigados remontam a 2019 e que não haveria perigo atual que justifique a prisão.
- As apurações da Vérnix investigam possível vínculo entre Deolane e pessoas próximas a Marcola, líder da facção PCC; a influenciadora sustenta ter atuado apenas como advogada de familiares do líder e afirma perseguição profissional.
Deolane Bezerra contratou o advogado Aury Lopes Jr. para defendê-la na acusação de lavagem de dinheiro ligada ao PCC. A escolha foi anunciada após a divulgação de informações sobre o caso, sem capacidade de confirmar todos os detalhes.
Lopes Jr. é reconhecido no Direito Penal e leciona na PUCRS. O jurista defende garantias constitucionais e critica o populismo punitivista, defendendo que a prisão deve ser recurso extremo apenas em casos graves.
Perfil do advogado
Ao lado de outro advogado, ele afastou Eduardo Cunha do juiz Sergio Moro. Em 2021, a Justiça entendeu que Moro não era competente, transferindo o caso para a Justiça Eleitoral de Brasília. Lopes Jr. comemorou a decisão.
Lopes Jr. já questionava publicamente a necessidade de prender Deolane antes do julgamento. Ele aponta que os fatos são de 2019 e não indicam perigo atual que justifique a prisão.
Populismo punitivista
O termo descreve decisões influenciadas pela pressão popular, e não por critérios técnicos. O advogado cita decisões do STF, como a prisão de Lula após a condenação em segunda instância, em 2018.
Vérnix: acusações e defesa
Na Vérnix, Polícia Civil e Ministério Público apontam ligações com pessoas ligadas a Marcola, de 2022 a 2024. Deolane sustenta que atuou apenas como advogada de familiares do líder e afirma perseguição profissional.
Conteúdo apurado pela Gazeta do Povo destaca que a reportagem completa traz informações adicionais sobre o tema.
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