- O ministro Flávio Dino, do Supremo, negou o pedido de habeas corpus para Deolane Bezerra, mantendo a prisão preventiva.
- O despacho foi assinado na noite de sábado, 23, e não vislumbra manifesta ilegalidade para conceder a liberdade “de ofício”.
- Deolane foi presa em sua mansão em Barueri, na região metropolitana, na quinta-feira, 21, sob suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
- Investigações apontam que, entre 2018 e 2021, ela recebeu 1,067 milhão de reais em depósitos fracionados inferiores a 10 mil reais, prática conhecida como smurfing.
- A polícia a classifica como uma espécie de “caixa do crime organizado”; o patrimônio é estimado em 100 milhões de reais e ela possui mais de 21 milhões de seguidores.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, negou no sábado 23 o pedido de habeas corpus apresentado por Deolane Bezerra. A defesa buscava derrubar a prisão preventiva ligada a investigações sobre possível elo com o PCC. A decisão mantém a análise sobre ilegalidades na medida de restrição.
Bezerra foi presa em sua residência, uma mansão em Barueri, na região metropolitana, na quinta-feira 21. A polícia a acusa de envolvimento com lavagem de dinheiro do PCC.
As investigações apontam depósitos fracionados entre 2018 e 2021 totalizando 1,067 milhão de reais, realizados em valores inferiores a 10 mil reais, prática conhecida como smurfing. A Polícia sustenta que Deolane atua como uma espécie de caixa do crime organizado.
O patrimônio da influenciadora, que soma mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, é estimado em 100 milhões de reais. As autoridades destacam que o poder econômico adquirido nos últimos anos está ligado aos riscos identificados nas apurações.
Investigações e acusações
A polícia afirma que as evidências sugerem participação de Deolane em operações ligadas ao esquema, o que sustenta a prisão preventiva. Ainda não há confirmação de acusação formal em juízo. O STF analisa apenas a legalidade da prisão no momento.
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