- Procuradores do condado de Hennepin acusaram o agente do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) Christian Castro, 53 anos, de quatro crimes de agressão de segundo grau com arma perigosa e de falso registro de crime, em coletiva nesta segunda-feira, 18.
- A acusação está ligada ao tiroteio contra um imigrante venezuelano em Minneapolis, ocorrido em janeiro durante a operação de imigração da administração Trump.
- Castro é o segundo agente federal a ser acusado no caso, que já envolveu o venezuelano Julio Cesar Sosa-Celis, baleado na perna, e a morte de dois cidadãos norte-americanos por agentes federais.
- Uma autoridade do ICE afirmou em fevereiro que dois agentes envolvidos teriam mentido sobre os fatos que levaram ao tiroteio.
- Um dia antes, os procuradores haviam retirado as acusações contra dois acusados de agredir agentes do ICE, alegando que as provas eram materialmente inconsistentes com as alegações.
Christian Castro, de 53 anos, foi acusado nesta segunda-feira (18) pela Procuradoria do condado de Hennepin de quatro crimes de agressão de segundo grau com arma perigosa e de falsa comunicação de crime, no caso relacionado ao tiroteio contra um imigrante venezuelano em Minneapolis, durante a repressão à imigração. A acusação foi anunciada em coletiva de imprensa.
O episódio ocorreu em janeiro, durante operações de fiscalização de imigrantes na cidade de Minnesota. Castro é o segundo agente federal a enfrentar acusações na sequência do tiroteio envolvendo o venezuelano Julio Cesar Sosa-Celis, que levou a baleamento na perna, e a morte de dois cidadãos norte-americanos por agentes federais.
A promotoria informou que as investigações apontaram possível inconsistência nas declarações de dois agentes federais envolvidos no caso de Sosa-Celis, o que resultou na retirada de acusações contra dois acusados de agressão a agentes do ICE no dia anterior. Não houve respostas oficiais do ICE ou do DHS.
Acusações contra o agente
A denúncia detalha que Castro atuou com arma perigosa, respondendo por quatro acusações de agressão de segundo grau, além de uma acusação de falsa comunicação de crime. A defesa não foi divulgada publicamente pela imprensa neste momento. O ICE e o DHS não comentaram o caso através de pedido da Reuters.
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