- O júri do caso Musk v. Altman, em Oakland, encerrou as acusações por prescrição.
- A acusação central dizia que a OpenAI desviou de sua missão original e que recursos de Musk teriam ido para uma entidade sem fins lucrativos.
- Musk alega que Sam Altman e Greg Brockman violaram o trust da OpenAI e teriam se beneficiado injustamente às custas dele; a Microsoft seria cúmplice.
- A OpenAI e suas contrapartes seriam acusadas de assistência em violação do trust beneficente, segundo a versão de Musk.
- O julgamento durou três semanas, com as partes apresentando evidências e testemunhos que, segundo a matéria, prejudicaram a imagem de ambos.
O processo entre Elon Musk e Sam Altman foi decidido em um tribunal federal em Oakland, após três semanas de audiência. A hipótese central era a de que a OpenAI teria se desviado de sua missão original e que o dinheiro de Musk seria destinado a uma organização sem fins lucrativos específica.
A peça processual envolvia Sam Altman, CEO da OpenAI, e o presidente da empresa, Greg Brockman, acusados de violar o trust beneficente da organização e de enriquecimento injusto às custas de Musk. Também se indicava suposta participação da Microsoft no suposto desvio.
O veredito, porém, concluiu pela prescrição das ações, levando à rejeição de todas as acusações. As informações indicam que o caso não produziu um veredito sobre culpa, já que o prazo legal para mover as acusações expirou.
Durante o andamento, ambas as partes apresentaram evidências consideradas por especialistas como densas e controversas. A disputa ganhou notoriedade por envolver questões de governança da OpenAI, o papel de grandes investidores e a relação com a Microsoft.
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