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Prisioneiro em Londres com doença muscular afirma que precisa rastejar pelo chão

Prisioneiro com distrofia muscular em Wormwood Scrubs afirma não receber tratamento nem cadeira de rodas, obrigando-o a rastejar pela cela para medicação

Umer Khalid is being held at Wormwood Scrubs in west London, awaiting trial for alleged involvement in last year’s break-in at RAF Brize Norton.
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  • Umer Khalid, 22 anos, de Stockport, está preso em Wormwood Scrubs, oeste de Londres, aguardando julgamento por suposta participação no arrombamento de RAF Brize Norton.
  • Ele tem distrofia muscular de cadeia de membros e afirma que não recebeu tratamento adequado nem cadeira de rodas, forçando-se a engatinhar para buscar remédios.
  • Alega que a cadeira de rodas não cabe na cela nem no corredor e que chegou a cair duas vezes ao tentar entrar na própria cela.
  • Diz ter ficado 26 dias sem banho enquanto aguardava uma cadeira de banho e que ficou sem ver neurologista e fisioterapeuta, além de não ter recebido suplementos indicados.
  • Relata um incêndio em 23 de abril: segundo ele, os agentes prisional não o ajudaram; pede acesso total aos seus prontuários médicos pela defesa.

Umer Khalid, preso em Wormwood Scrubs, no oeste de Londres, alega que não recebe tratamento adequado e que precisa rastejar pela cela para conseguir medicamentos, devido à falta de uma cadeira de rodas.

O jovem de 22 anos, natural de Stockport, é acusado de participação no protesto Palestina Action ligado a uma tentativa de invasão ao RAF Brize Norton no ano passado. O julgamento ainda não ocorreu.

Khalid afirma ter ficado sozinho na cela durante uma evacuação causada por alarme de incêndio e ter ficado 26 dias sem banho, enquanto aguardava uma cadeira de banho. A defesa contesta a assistência médica disponível.

Ele diz que a musculatura das mãos e das pernas vem se atrofiando, com ardor visível conforme visitas relatam sintomas. O réu também relata que aguardava por muletas por semanas e que a cadeira recebida não cabe na cela.

Antes da cadeira, houve atrasos em consultas com neurologista e fisioterapeuta, o que, segundo ele, comprometeu o tratamento. Aparentemente, ele só teve uma sessão com fisioterapeuta neste ano.

Quando houve o incêndio em 23 de abril, Khalid afirma que os agentes prisionais o deixaram na cama sem oferecer apoio para pedir ajuda. O risco de dor intensa foi citado pelo preso.

A defesa aponta que um neurologista recomendou suplementos há um mês, ainda não entregues, além da alimentação com alto teor proteico necessária ao quadro. A prisão nega conduta discriminatória.

A mãe do preso, Shabana Khalid, relata que o filho perde massa muscular e descreve a condição como de extrema fragilidade, questionando a avaliação oficial. A família aguarda providências.

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