- Kouri Richins, moradora de Utah, foi condenada em março por homicídio qualificado por colocar cinco vezes a dose letal de fentanil no drink do marido, Eric Richins, na residência em Park City, em 2022.
- Além do homicídio, jurados considering four outras acusações graves, incluindo tentativa de homicídio por tentar envenenar o marido dias antes, em Valentine’s Day, com sanduíche com fentanil.
- Richins, de 35 anos, é corretora imobiliária com negócio de reforma de casas; estava endividada e planejava vida com outro homem; abriu diversas apólices de seguro de vida sem o conhecimento dele, acreditando herdarem mais de 4 milhões de dólares.
- O caso ganhou notoriedade quando Richins foi presa em 2023, enquanto promovia um livro infantil sobre luto intitulado Are You with Me?
- O juiz pode aplicar várias décadas a vida em regime de prisão sem possibilidade de liberdade condicional; o veredicto também envolve questões de seguro e falsificação, com o Ministério Público pedindo pena sem possibilidade de liberdade.
Kouri Richins, de Utah, foi condenada em março por homicídio qualificado por envenenar o marido com fentanyl em casa, em Park City, em 2022. A promotoria também a acusou de quatro outros crimes, incluindo tentativa de homicídio. A sentença está marcada para ocorrer em breve.
Segundo o Ministério Público, Richins tinha dívidas milionárias e planejava um futuro com outra pessoa. Ela havia aberto várias apólices de seguro de vida do marido sem o conhecimento dele, esperando herdarem mais de 4 milhões de dólares.
O júri ainda a considerou culpada de quatro crimes adicionais, entre eles tentativa de envenenamento com fentanyl semanas antes, no Dia de São Valentim, por meio de um sanduíche. O caso ganhou atenção de entusiastas de crimes reais, principalmente durante o julgamento.
Potencial de pena e desdobramentos
Richins pode cumprir décadas de prisão ou prisão perpétua, dependendo da avaliação do juiz. A acusação não pediu pena de morte. A pena para a agressão agravada varia conforme a gravidade das lesões, com cenários entre 15 anos e prisão perpétua.
Dois crimes de fraude de seguros, de segundo grau, carregam de um a 15 anos cada. A acusação também inclui uma terceira felonia de falsificação, com pena de zero a cinco anos. O juiz tem discrição para definir se as sentenças se acumulam ou se há sobreposição.
O julgamento se encerrou precocemente quando Richins abriu mão de testemunhar. A defesa afirmou que as provas não seriam suficientes para condenação por homicídio. A família de Eric Richins acompanhou a leitura dos veredictos, em meio a tensões emocionais.
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