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STF rejeita recursos de jornalista condenado por injúria contra Silas Malafaia

STF mantém condenação de jornalista por injúria contra Silas Malafaia; votos reforçam limites entre crítica e ofensa à fé

O pastor Silas Malafaia. Foto: Marcos Corrêa/PR
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  • A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a condenação do jornalista Luiz Augusto Ferreira por injúria e difamação contra o pastor Silas Malafaia.
  • A decisão foi tomada no julgamento de recursos que buscavam reverter decisões das instâncias inferiores.
  • O TJDFT havia considerado que os conteúdos publicados ultrapassaram os limites da liberdade de imprensa e tiveram objetivo de ofender.
  • O relator, ministro André Mendonça, argumentou que o recurso exigiria reexaminar provas, o que não é permitido nessa fase processual.
  • Os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o voto, enquanto Gilmar Mendes ficou vencido, defendendo que não houve excesso no direito de crítica.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a condenação de Luiz Augusto Ferreira por injúria e difamação contra o pastor Silas Malafaia. A decisão, tomada nesta terça-feira, 12, rejeita os recursos do jornalista para reverter decisões anteriores.

A condenação decorre de artigos publicados na internet que criticavam a relação política e religiosa entre Malafaia e o então presidente Jair Bolsonaro. O TJDFT havia entendido que o conteúdo excedeu os limites da liberdade de imprensa e teve intenção de ofender.

O relator, ministro André Mendonça, explicou que o recurso exigiria reanalisar provas, o que não é permitido nesta fase processual. Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o voto dele.

Toffoli destacou que trechos da crítica extrapolam a fronteira entre fé e laicidade do Estado ao questionar a sinceridade da crença do pastor, afirmando que a avaliação da fé é prerrogativa de Deus. Gilmar Mendes divergiu, afirmando não haver excesso no exercício do direito de crítica.

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