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Juíza é assassinada no Equador em meio ao estado de exceção

Juíza equatoriana é morta a tiros em Machala, durante estado de exceção, ampliando críticas às políticas de segurança de Noboa

Policiais equatorianos na cena do assassinato de uma juíza em Machala, em 11 de maio de 2026. Foto: Luis Suárez/AFP
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  • Juíza Lady Pachar foi morta a tiros em Machala, no sudoeste do Equador, perto da fronteira com o Peru, quando seguia para uma academia sem seus dois guarda-costas.
  • O crime ocorre em meio ao estado de exceção decretado pelo governo para combater o crime organizado.
  • O Conselho Judiciário classificou o ataque como grave ataque à justiça e ao Estado de Direito; a polícia disse que a juíza recebia ameaças e que o homicídio pode ter relação com a libertação de membros de gangues.
  • Machala fica na província de El Oro, região fronteiriça com o Peru, país com forte atuação de quadrilhas ligadas ao tráfico de drogas pelo Pacífico.
  • A Insight Crime aponta que o Equador passou a ser uma das nações mais violentas da região, com 51 homicídios por 100 mil habitantes em 2025.

Uma juíza equatoriana foi morta a tiros perto da fronteira com o Peru, em Machala, durante o estado de exceção decretado pelo governo para combater o crime organizado. O ataque ocorreu nesta semana, segundo o Conselho Judiciário.

Lady Pachar foi baleada enquanto se dirigia a uma academia, sem os dois guarda-costas que a acompanhavam, de acordo com a polícia de Machala, no sudoeste do país.

Uma fonte policial afirmou à AFP que a magistrada vinha recebendo ameaças e que a morte pode ter ocorrido em retaliação à libertação de membros de gangues.

O Conselho Judiciário classificou o crime como um grave ataque à justiça e ao Estado de Direito no Equador, em meio a políticas de endurecimento.

Machala é a capital da província costeira de El Oro, que faz fronteira com o Peru. O país vizinho é um importante corredor de tráfico de drogas pelo Pacífico.

Contexto de segurança

O Equador mantém estado de exceção com toque de recolher e presença de militares nas ruas, sob o governo de Daniel Noboa, que assumiu em 2023 para conter a violência.

Segundo a Insights Crime, as organizações criminosas ampliaram a violência no país, tornando o Equador um dos mais violentos da região, com 51 homicídios por 100 mil habitantes em 2025.

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