- O Tribunal Superior Eleitoral apresentou, nesta segunda-feira, a mascote das Eleições de 2026, chamada Pilili, inspirada na urna eletrônica.
- A apresentação ocorreu durante evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica, com a presença da ministra Cármen Lúcia.
- O nome Pilili vem da onomatopeia do som da urna ao término da votação; a mascote não tem voz e se comunica por gestos.
- A ideia é que Pilili percorra o Brasil para incentivar eleitores jovens a votar, com participação em animações, tutoriais e materiais impressos.
- A mascote não tem gênero definido, representa neutralidade e teve concepção iniciada em 2023 pela Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta segunda-feira a mascote das Eleições 2026. O lançamento ocorreu em evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica no Brasil, com participação da ministra Cármen Lúcia.
A personagem, chamada Pilili, é uma urna eletrônica com comunicação por gestos e recursos visuais, já que não possui voz. O nome vem do som característico da urna ao terminar a votação.
Pilili deve visitar o país para incentivar a participação de jovens nas urnas, especialmente em outubro. A mascote terá presença em animações, tutoriais e materiais educativos.
Quem é ‘Pilili’?
Segundo o TSE, a mascote não tem gênero definido e representa neutralidade, sem estereótipos. A concepção começou em 2023, pela Coweb, da Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE.
A ideia é que Pilili se mova com acessórios que remetam a culturas regionais e a festas típicas. Ela acompanhará campanhas em mídias diversas, com conteúdo educativo e ilustrações impressas.
A participação incluirá vídeos educativos em 2D e 3D, tutoriais e peças para redes sociais. O objetivo é aproximar a Justiça Eleitoral do eleitorado jovem.
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