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Presidente da OAB-SP pede investigação do STF e critica silêncio da PGR

Presidente da OAB-SP defende investigação ampla sobre o STF e critica silêncio da PGR, citando caronas de jatos como fato a apurar

O presidente da seccional de SP da Ordem dos Advogados do Brasil, Leonardo Sica. (Foto: Felipe Augusto / Alesp)
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  • O presidente da OAB de São Paulo, Leonardo Sica, disse ser favorável a uma investigação ampla sobre suspeitas envolvendo ministros do STF, sem citar nomes.
  • Sica afirmou que a Procuradoria-Geral da República está “em silêncio” sobre o tema e que a entidade mantém contato para dar andamento às apurações no STF.
  • Ele destacou que não nomeou magistrados, mas destacou a necessidade de apurar fatos como o recebimento de caronas em jatos particulares.
  • A ideia é que o STF adote normas de conduta mais rigorosas antes das eleições de outubro, para evitar que o tema influencie o pleito.
  • Até o momento, foram citados como investigados os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Nunes Marques, com situações envolvendo viagens e contratos vinculados a instituições.

O presidente da seccional paulista da OAB, Leonardo Sica, pediu nesta segunda-feira (6) a abertura de uma investigação ampla sobre suspeitas envolvendo ministros do STF, sem citar nomes. Ele afirmou que a Procuradoria-Geral da República está em silêncio sobre o tema. A declaração foi dada em uma coletiva improvisada após um evento do Poder Judiciário.

Sica representa centenas de milhares de advogados na maior seccional da OAB. Ele disse que é preciso investigar todos os fatos divulgados pela imprensa, como o recebimento de caronas em jatos particulares, para apurar responsabilidades. Afirmou ainda que a OAB está em contato com a PGR para avançar nas apurações no STF.

A crítica ao silêncio da PGR foi destacada pelo presidente da OAB-SP. Ele ressaltou que o objetivo é cobrar uma atuação mais enérgica da instituição, e que os desvios de conduta devem ser tratados sem favorecer o debate eleitoral. O posicionamento busca estimular normas de conduta mais rígidas no STF antes das eleições.

Ponto de tensão e próximos passos

Até o momento, o jornalismo indicou a existência de relatos envolvendo ministros citados em casos de supostas vantagens, incluindo viagens de jato associadas ao chamado caso Master. Entre os nomes mencionados estão Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Nunes Marques, com repercussões pessoais e institucionais ainda em avaliação.

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