- O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu ao ministro Alexandre de Moraes a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro (PL) por possíveis atos contra o TSE.
- Em transcrição apresentada, Eduardo disse que, “sem sombra de dúvidas”, articularia sanções contra integrantes do TSE e levaria o caso à Casa Branca e a representantes norte-americanos.
- Lindbergh afirma que o conteúdo sugere esforço para criar ambiente de intimidação indireta sobre autoridades do TSE, mediante ameaça internacional.
- O deputado também sugeriu que a Procuradoria-Geral da República se manifeste e, caso Moraes negue a prisão, adotem-se medidas cautelares como tornozeleira eletrônica.
- Eduardo vive nos Estados Unidos desde o início de 2025; se houver prisão, o governo federal poderá pedir a extradição.
Lindbergh Farias, deputado do PT, encaminhou nesta segunda-feira 6 ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, um pedido de prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro (PL). A razão é uma fala do ex-deputado sobre articular sanções contra ministros do TSE com apoio de autoridades dos EUA.
A transcrição apresentada revela que Eduardo respondeu com confiança que poderia mobilizar ações contra o TSE. Segundo ele, levaria o caso à Casa Branca e a deputados norte-americanos, para pressionar instituições brasileiras.
Eduardo Bolsonaro é alvo de investigação no STF por coação processual. A atuação foi vinculada a uma tentativa de interferir no julgamento envolvendo a trama golpista, com parceria do blogueiro Paulo Figueiredo.
Lindbergh argumenta que o conteúdo público demonstra esforço para intimidar autoridades do TSE, por meio de ameaça internacional e eventual sanção externa. O deputado pediu encaminhamento à PGR.
Caso Moraes rejeite a prisão, o petista sugeriu medidas cautelares adicionais, como o uso de tornozeleira eletrônica, para monitorar Eduardo Bolsonaro. A defesa ainda não se manifestou.
Eduardo reside nos Estados Unidos desde o início de 2025. Se houver prisão, o governo brasileiro deverá solicitar a extradição do ex-deputado, segundo a legislação vigente.
Medidas legais e próximos passos
- PGR pode se manifestar sobre a prisão preventiva.
- Decisão de Moraes pode abrir caminho para novas medidas cautelares.
- Extradição depende de avaliação entre Brasil e EUA.
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