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Mendes leva quebra de sigilo de Lulinha ao plenário do STF

Plenário do STF terá julgamento presencial após Gilmar Mendes pedir destaque, revogando suspensão de sigilos de Lulinha e outros investigados no INSS

Ministro Gilmar Mendes leva quebra de sigilo de Lulinha ao plenário do STF. (Foto: Nelson Jr./STF)
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  • O ministro Gilmar Mendes pediu destaque no julgamento do STF sobre a suspensão da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
  • Com o pedido, o caso deixará o plenário virtual e será analisado presencialmente pelos ministros; a data ainda não foi definida.
  • O STF analisa a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS, incluindo o sigilo bancário e fiscal de Lulinha.
  • O julgamento havia começado no plenário virtual e iria até 20 de março; o destaque interrompe a análise.
  • A medida foi tomada após a defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, que também teve sigilos quebrados; Dino entendeu que os requerimentos foram aprovados de forma conjunta.

O ministro Gilmar Mendes pediu destaque nesta sexta-feira(13) no julgamento que discute a suspensão da quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A sessão ocorre no STF, e o pedido altera o formato: o caso deixa o plenário virtual e será analisado presencialmente. A data ainda não foi definida.

O processo envolve a decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS. Entre as medidas suspensas estão os sigilos bancário e fiscal de Lulinha.

O julgamento havia começado no plenário virtual e tinha previsão de terminar em 20 de março. Com o destaque, a análise é retomada em sessão presencial, sem data anunciada.

Contexto

A controvérsia envolve a decisão que suspendeu as quebras de sigilo após parecer de Dino de que a CPMI aprovou os requerimentos de forma conjunta, sem avaliação individualizada.

A CPMI do INSS havia aprovado, em fevereiro, um pacote com dezenas de requerimentos, incluindo a quebra de sigilos de Lulinha e de outras pessoas investigadas no colegiado.

Detalhes processuais

A defesa de Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, também teve seus sigilos bancário e fiscal atingidos. O habeas data foi avaliado na mesma linha de suspensão das medidas.

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