- Reino Unido pediu ao Supremo Tribunal Federal que informe as condições de prisão de Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal.
- Rocha foi condenado pelo STF a sete anos e seis meses de prisão pela participação na tentativa de golpe de Estado e está considerado foragido no exterior.
- Em 30 de janeiro, o Ministério da Justiça enviou ao Ministério das Relações Exteriores a documentação para formalizar o pedido de extradição.
- O Ministério da Justiça informou que os documentos sobre as condições do estabelecimento prisional são imprescindíveis para o prosseguimento do pedido. Rocha atua como réu no caso, com participação de informações falsas sobre urnas em eleições anteriores a 2020.
- O processo conta com a atuação de um policial da Embaixada do Brasil em Londres; o ministro Alexandre de Moraes, relator, decretou a prisão preventiva de Rocha em dezembro de 2025.
O Reino Unido pediu ao Supremo Tribunal Federal informações sobre as condições de um estabelecimento prisional que possa receber Carlos César Moretzsohn Rocha, preso pela Justiça brasileira em território britânico. A solicitação ocorre no contexto de uma eventual extradição.
A demanda foi encaminhada após o STF condenar Rocha a sete anos e seis meses de prisão pela participação na tentativa de golpe de Estado, ocorrida no núcleo da desinformação. Desde a sentença, Rocha é considerado foragido pela Justiça brasileira.
Em 30 de janeiro, o Ministério da Justiça enviou documentação ao Ministério das Relações Exteriores para formalizar o pedido de extradição. O objetivo é avaliar as condições da prisão a serem usadas caso Rocha seja transferido.
Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, foi condenado por relatórios técnicos apresentados durante a eleição de 2022, nos quais alegava irregularidades em urnas de modelos anteriores a 2020. As acusações o levaram à condenação pela corte brasileira.
Um novo ofício do Ministério da Justiça descreve que as informações sobre as condições prisionais são imprescindíveis para o prosseguimento do pedido de extradição. O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.
O processo também envolve a atuação de um policial da Embaixada do Brasil em Londres, que acompanha o caso. Moraes decretou a prisão preventiva de Rocha em dezembro de 2025, segundo informações oficiais.
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