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Caso de estupro coletivo em Copacabana envolve filho de subsecretário

Caso de estupro coletivo em Copacabana envolve o filho de subsecretário; cinco jovens são investigados e quatro maiores tiveram prisão preventiva decretada

A secretária Rosangela Gomes postou um pronunciamento sobre o caso. • Reprodução - Redes Sociais
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  • Cinco jovens, quatro maiores de idade e um menor, foram indiciados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no dia 31 de janeiro.
  • Um dos suspeitos é filho do subsecretário de Governança do governo fluminense, Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos, que é considerado foragido.
  • A Justiça decretou a prisão preventiva dos quatro maiores; o adolescente responderá conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.
  • Segundo as investigações, a vítima foi atraída ao apartamento do ex-namorado, houve início de relação consensual e, em seguida, invasão do grupo com violência sexual; câmeras registraram a chegada e saída dos envolvidos e o exames apontaram lesões e presença de sêmen.
  • Em resposta, o Colégio Pedro II desligou dois estudantes envolvidos, a UNIRIO informou suspensão de Bruno Allegretti por 120 dias, e a Secretaria estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos confirmou apoio jurídico e psicológico à vítima e à família; o governo do Rio afirmou repúdio ao ato.

Um caso de estupro coletivo registrado no fim de janeiro em Copacabana envolve cinco jovens, entre eles um menor de idade. A vítima, de 17 anos, foi chamada ao apartamento do ex-namorado e, após recusa, sofreu agressões físicas e violência sexual segundo as investigações. Câmeras de segurança flagraram a chegada e a saída dos suspeitos.

Um dos investigados é Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, filho do subsecretário de Governança José Carlos Costa Simonin. Ele está foragido e é procurado pela polícia. O inquérito aponta que dois dos envolvidos estudavam no Colégio Pedro II.

Ao todo, quatro maiores e um menor foram indiciados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A prisão preventiva foi decretada para os quatro maiores, enquanto o adolescente responde de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Nossa equipe não teve acesso a detalhes sobre a decisão judicial de cada caso.

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informou que a Secretaria da Mulher presta apoio à vítima e à família. A secretária Rosangela Gomes disse, em nota, que a pasta atua na defesa dos direitos das mulheres e no combate à violência.

O governo do Rio também informou que repudia o ato de violência. O Colégio Pedro II anunciou medidas administrativas, incluindo o desligamento de dois alunos envolvidos. A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) suspendeu preventivamente um estudante de Ciências Ambientais.

Segundo apuração, o crime pode ter sido premeditado, com atração da vítima ao apartamento do ex-namorado por meio de mensagens e ligações insistentes. A vítima procurou a polícia assim que deixou o local e acionou familiares.

A defesa de alguns dos envolvidos ainda não respondeu às solicitações de entrevista. A CNN Brasil reportou que a Justiça manteve as medidas cautelares e que a autoridade competente continuará acompanhando o caso.

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