- O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apura as condutas de dois desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
- Os magistrados investigados são Magid Nauef Láuar e Walner Milward de Azevedo.
- Eles absolveram, inicialmente, um homem de 35 anos condenado por estupro de uma menina de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.
- A apuração busca esclarecer possíveis irregularidades no voto e na atuação judicial no caso.
- A investigação está em andamento.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apura condutas de dois desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Magid Nauef Láuar e Walner Milward de Azevedo. Eles participaram da decisão que absolveu, inicialmente, um homem de 35 anos condenado por estupro de uma menina de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.
A apuração do CNJ investiga possíveis infrações éticas ou disciplinares no âmbito do Judiciário. A magistratura foi acionada para avaliar se houve conduta inadequada no processo de absolvição, que gerou repercussão na rede judicial.
O caso envolve a cidade de Indianópolis e o referido trio de magistrados, que atuou no TJMG. Não há, até o momento, informações sobre quais fundamentos legais ou procedimentos serão reavaliados pela corregedoria.
Envolvidos
Magid Nauef Láuar e Walner Milward de Azevedo são apontados pela apuração do CNJ. A análise foca em condução do processo, critérios de decisão e eventual desvio de normas disciplinares.
Procedimento no CNJ
O CNJ instaurou procedimento para apurar condutas, com apuração de documentos, depoimentos e cruzamento de informações. O objetivo é esclarecer se houve violação de normas de conduta ética ou processual.
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