- Félix Fischer, ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça, morreu aos 78 anos nesta quarta-feira, 25; a causa exata não foi divulgada.
- O STJ informou que ele estava hospitalizado no Sírio-Libanês, em Brasília, para acompanhamento médico; o velório e o sepultamento serão realizados em Brasília, na quinta-feira, 26.
- Fischer atuou no STJ por mais de vinte anos, desde 1996, relatou processos da Lava Jato e presidiu a Corte entre 2012 e 2014; no total, julgou quase 115 mil processos.
- Deixou o STJ em 2020, aos 75 anos, após aposentadoria anunciada em agosto daquele ano, em meio a um afastamento por motivos de saúde.
- Antes do STJ, foi membro do Ministério Público do Paraná desde 1974, procurador da Justiça em 1990, atuou no Tribunal Superior Eleitoral e foi corregedor da Justiça Eleitoral; nasceu em Hamburgo e naturalizou-se brasileiro em 1948; deixa a esposa e quatro filhos.
O ministro Félix Fischer, aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), morreu nesta quarta-feira, 25, aos 78 anos. A confirmação veio do próprio STJ. Ele estava hospitalizado no Sírio-Libanês, em Brasília, para acompanhamento médico. A causa da morte não foi divulgada.
Fischer integrou o STJ por mais de duas décadas, desde 1996, ocupando uma vaga destinada ao Ministério Público Federal. No tribunal, foi relator de processos da Lava Jato e presidiu a corte entre 2012 e 2014. Segundo o STJ, julgou quase 115 mil processos durante o mandato.
O ex-ministro deixou o STJ em 2020, ao atingir a idade máxima para o serviço público, 75 anos. A aposentadoria foi confirmada em agosto daquele ano, após afastamento por motivos de saúde. O velório e o sepultamento ocorrerão na quinta-feira, 26, em Brasília.
Trajetória no STJ
Antes de chegar ao STJ, Fischer atuou no Ministério Público do Paraná desde 1974, tornando-se procurador da Justiça em 1990. Também atuou como ministro do Tribunal Superior Eleitoral e corregedor da Justiça Eleitoral. Formado em ciências econômicas e direito, teve atuação como professor ao longo da carreira.
Nascido em Hamburgo, na Alemanha, naturalizou-se brasileiro em 1948, aos um ano de idade. Deixa esposa e quatro filhos. Autores e colegas prestam homenagens aos relevantes serviços prestados ao judiciário brasileiro.
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