- O Ministério Público fluminense reabriu investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) por suspeita de rachadinha no Rio de Janeiro.
- A reabertura foi determinada no dia nove, com a Procuradoria-Geral de Justiça considerando o arquivamento prematuro e determinando diligências na 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro.
- Em dois mil e vinte e quatro, o Ministério Público havia arquivado a acusação por não haver indícios suficientes.
- Ao todo, vinte e seis pessoas são investigadas, incluindo Ana Cristina Siqueira Valle, ex-madrasta de Carlos e chefe de gabinete dele até dois mil e oito.
- Carlos deixou a Câmara do Rio em dezembro e deve se candidatar ao Senado por Santa Catarina, com mudança de domicílio eleitoral para o estado; a defesa não respondeu aos contatos.
Uma investigação contra o ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) por suspeita de rachadinha foi reaberta pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A reabertura ocorreu após o arquivamento ter sido considerado prematuro pela Procuradoria-Geral de Justiça.
O Ministério Público informou que a remessa dos autos foi encaminhada à 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro para diligências complementares. A reabertura aponta para novas diligências no caso.
Anteriormente, em 2024, o órgão já havia arquivado a acusação, alegando falta de indícios suficientes para caracterizar irregularidades atribuídas ao então vereador.
Envolvidos e desdobramentos
Ao todo, 26 pessoas são investigadas no inquérito. Além de Carlos Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, ex-madrasta do vereador, figura na lista. Ela chefiou o gabinete de Carlos até 2008, segundo informações do jornal O Globo.
Carlos Bolsonaro deixou a Câmara Municipal do Rio em dezembro. Ele planeja concorrer ao Senado por Santa Catarina e deverá mudar o domicílio eleitoral para o estado. A defesa de Carlos não respondeu à reportagem.
Situação atual e próximos passos
O espaço permanece aberto para manifestações oficiais das partes envolvidas. Não há previsão pública de novas oitivas ou prazos para as diligências complementares, conforme informações disponíveis.
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