- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal iniciou, nesta terça-feira, o julgamento do caso envolvendo a morte de Marielle Franco e de Anderson Gomes, com a PGR pedindo condenação dos cinco acusados por homicídio qualificado.
- São eles: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro; João Francisco Inácio Brazão, deputado federal cassado; Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ; Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar; e Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão, acusado de organização criminosa.
- A PGR aponta duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves para quatro dos acusados, e organização criminosa para Robson Calixto Fonseca.
- Defesas sustentam que a acusação não apresentou provas suficientes para sustentar a denúncia, solicitando absolvição, e afirmam que Rivaldo não integrou o esquema com provas e pagamento, entre outras inconsistências.
- Advogados de Rivaldo afirmam que não houve demonstração de participação dele nos assassinatos; defesa de Chiquinho Brazão contesta a lógica da acusação e questiona a veracidade da delação.
O Supremo Tribunal Federal iniciou nesta terça-feira o julgamento de acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. A Procuradoria Geral da República pediu a condenação dos réus por homicídio qualificado e, em alguns casos, pela tentativa de homicídio de uma assessora.
A PGR aponta cinco acusados: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do TCE-RJ; João Francisco Inácio Brazão, deputado federal cassado; Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ; Ronald Paulo Alves Pereira, major da PM; e Robson Calixto Fonseca, policial e ex-assessor de Brazão. Robson também é citado por organização criminosa.
Para Rivaldo Barbosa, a defesa sustenta que não houve elementos suficientes para a denúncia pelo assassinato de Marielle ou por casos de corrupção. Os advogados argumentam que o ex-delegado não foi citado nas investigações e não há prova de participação dele.
A defesa de Chiquinho Brazão afirma que a delação de Ronnie Lessa não se sustenta diante dos fatos, apontando falhas na linha de acusação. Segundo os advogados, não houve demonstração de provas consistentes que comprovem envolvimento dos réus.
Este conteúdo será atualizado conforme novas declarações apresentadas durante o julgamento no STF. As informações são baseadas no andamento processual e nos autos disponíveis até o momento.
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