- Testamenteiros de Jeffrey Epstein propõem pagar até US$ 35 milhões para encerrar ações de até 40+ vítimas, ou US$ 25 milhões se houver menos de 40.
- O acordo precisa ser homologado por um juiz federal em Nova York para se tornar definitivo.
- O pagamento envolve vítimas que afirmaram ter sido agredidas, abusadas ou traficadas entre 1º de janeiro de 1995 e 10 de agosto de 2019, data da morte de Epstein.
- Os responsáveis pela herança são Darren Indyke e Richard Kahn; ambos negam conduta imprópria e não foram acusados de crimes relacionados.
- A ação de 2024, que acusa os assessores de facilitar atividades ilícitas de Epstein, pode ser encerrada com o acordo, que não admite culpa nem impede futuras ações; não há comentário imediato do escritório das vítimas.
Os testamenteiros de Jeffrey Epstein propõem pagar até 35 milhões de dólares para encerrar ações movidas por dezenas de supostas vítimas. O acordo depende de homologação de um juiz federal em Nova York para ser definitivo.
As vítimas alegam ter sido agressidas sexualmente, abusadas ou traficadas entre 1995 e 2019, período em que Epstein esteve preso. A proposta varia conforme o número de pessoas elegíveis no grupo.
Os responsáveis pela herança de Epstein, Darren Indyke e Richard Kahn, negam qualquer conduta imprópria e não enfrentam acusações de abuso sexual. O acordo não exige admissão de culpa.
Detalhes do acordo
O texto submetido ao Tribunal Federal de Manhattan indica que o pagamento depende da quantidade de vítimas envolvidas: até 35 milhões quando houver 40+ elegíveis, ou 25 milhões para menos de 40.
O processo inicial de 2024, que envolve os dois assessores, buscava encerrar demandas por facilitar atividades ilícitas de Epstein. A decisão não impede futuras ações contra as partes envolvidas.
A firma Boies Schiller Flexner LLP representa o grupo de vítimas, que não informou números oficiais ao momento. A Bloomberg News aponta que pelo menos 40 vítimas ainda não haviam chegado a acordo.
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