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Bolsonaro usa Collor como referência em estratégia política

Defesa de Bolsonaro pleiteia prisão domiciliar inspirada no caso Collor; decisão cabe ao ministro Alexandre de Moraes, após a concessão médica a Collor

O ex-presidente Jair Bolsonaro condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Foto: Antonio Augusto/STF
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  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar, citando o caso de Collor como precedente.
  • A decisão cabe ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
  • Em maio de 2025, Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária a Fernando Collor, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na BR Distribuidora, alegando dignidade humana, saúde e efetividade da Justiça Penal.
  • Os advogados de Bolsonaro argumentam que os mesmos fundamentos utilizados no caso Collor justificariam o benefício para o ex-presidente.
  • Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, cumprindo pena de 27 anos e três meses por liderar a tentativa de golpe de Estado.

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu, novamente, a concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente. A solicitação depende do ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pela análise.

Segundo os advogados, a gravidade clínica, a idade avançada e a necessidade de tratamento contínuo justificam a medida. O precedente citado foi a decisão de Moraes que autorizou Collor, em situação similar.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma tentativa de golpe. O regime atual é o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, após transferir-se da Superintendência da Polícia Federal.

Situação atual

A defesa argumenta que o histórico de saúde do ex-presidente justifica a prisão domiciliar. Moraes ainda não divulgou decisão sobre o pedido, que envolve avaliação de dignidade humana, saúde e eficácia da justiça penal.

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